sábado, 4 de maio de 2013

Responsabilidade dos Espíritas



Responsabilidade dos Espíritas



Saudações
Está terminando o mês de abril de 2013, e neste mês comemoramos 156 anos do Livro dos Espíritos.
No dia 18 de abril de 1857 veio a lume o Livro dos Espíritos através do codificador da Doutrina Espirita professor Hippolyte Léon Denizard Rivail que adotou o pseudônimo de ALAN KARDEC.
Essa obra veio descortinar preconceitos e demonstrar a firmeza sobre a imortalidade da alma, a natureza dos Espíritos e suas relações com os homens, as leis morais, a vida presente, a vida futura e o porvir da humanidade – segundo o ensinamento dos Espíritos superiores.
A divulgação da Doutrina Espírita é caminho árduo que ainda nos dias atuais, apesar de toda tecnologia, ainda enfrenta preconceitos e descrenças. Mas estamos aprendendo e ensinando que muros devem ser derrubados e que pontes precisam ser construídas.
Que a paz do Divino Mestre nos envolva a todos.
Responsabilidade dos Espíritas
O Cristianismo autêntico baseia-se no Amor a Deus e ao próximo, como ensinou o Cristo.
Na doutrina cristã, a Fé identifica-se com a Verdade, de tal forma que a fuga à realidade torna-se incompatível com a Fé verdadeira.
Se uma doutrina que se diz cristã divorcia-se das realidades dos fatos e da razão, a fé que ela inspira compromete-se e enfraquece-se naturalmente.
A Doutrina Espírita não foge à s bases ensinadas pelo Cristo de Deus, desdobrando-as e interpretando-as com as revelações do Espírito de Verdade e da plêiade de Espíritos que se propuseram trazer à Humanidade os conhecimentos novos a que ela faz jus.
O progresso da Humanidade não pode resumir-se no conhecimento científico e na variada aplicação tecnológica dele derivada.
A verdadeira evolução humana fundamenta-se no conhecimento, sim, conjugado à s leis de amor, de justiça e de caridade, que resumem todas as leis morais.
Grande força do Espiritismo está na sua abrangência e na resposta que dá às interrogações do homem, em todos os tempos: de onde vem; para onde vai; o que significa a vida atual.
A certeza da vida futura é demonstrada experimentalmente.
A filosofia espírita é baseada em fatos. Ela demonstra e aceita verdades já conhecidas no passado, aclarando-as com os novos conhecimentos revelados. É o que ocorre com a doutrina da reencarnação, ou das vidas sucessivas, hoje percebida em sua lógica a serviço da justiça divina.
As interpretações literais de muitos escritos antigos e as ideias pessoais de fundadores de religiões tradicionais influenciaram poderosamente na concepção de doutrinas e informações inteiramente divorciadas da realidade.
É o caso das concepções de céu, de inferno, das penas eternas, do Deus trino da Santíssima Trindade e de tantos dogmas impróprios que fazem parte das religiões.
O Espiritismo, como o Consolador, procura repor a realidade, retificar os desvios, identificar a verdade, evitar as ilusões.
Por isso mesmo, sua aceitação e sua prática no mundo áspero e rebelde dos homens não será nem fácil, nem rápida. Pelo contrário, há necessidade de tempo, de paciência, de compreensão, de parte de sucessivas gerações, para que a ideia espírita seja implantada por toda parte, independentemente das barreiras religiosas, raciais, linguísticas, institucionais.
O progresso, no sentido do bem e do aperfeiçoamento, aplica-se a todos os indivíduos, povos e civilizações. Não há dúvida de que o futuro reserva melhores condições de vida para todos os habitantes da Terra.

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