terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Vida!


Vida é chuva, é sol
Uma fila, um olá
Um retrato, um farol
Que será, que será?


Vida é o filho que cresce
Uma estrada, um caminho
É um pouco de tudo
É um beijo, um carinho


É um sino tocando
Uma fêmea no cio
É alguém se chegando
É o que ninguém viu
É discurso, é promessa
É um mar, é um rio


Vida é revolução
É deixar como está
É uma velha canção
Deus nos deu, Deus dará


Vida é solidão
É a turma do bar
É partir sem razão
É voltar por voltar


Vida é palco, é platéia
É cadeira vazia
É rotina, odisséia
É sair de uma fria
É um sonho tão bom
É a briga no altar


Vida
É um grito de gol
É um banho de mar
É inverno e verão


Vida
É mentira, é verdade
E quem sabe a vida
É da vida a razão…


Vida!


Ricardo Engels Garay e Carlos Ludwig (Jingle encomendado pela RBS em 1986)

Um comentário:

  1. Dizer sim quando quero dizer não é dar mais valor aos outros do que a mim, é não colocar meus limites, e isso é não me respeitar.. É o mesmo que dizer que o que eu sinto não vale nada, que os ouros podem passar por cima de mim à vontade. E eles passam, sem dó nem piedade.
    Hoje estou aprendendo a dizer não. Quando não quero alguma coisa, simplesmente digo não. Sem raiva nem emoção. Um não é só uma negativa. É nosso limite. Um direito que temos de decidir o que desejamos ou não fazer. A isso se dá o nome de dignidade. Quando nos colocamos com sinceridade, dizendo o que sentimos, somos respeitados.

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