terça-feira, 31 de maio de 2011

Guerreiro



Um guerreiro aceita a responsabilidade de seus atos, mesmo os mais triviais. O homem comum nunca assume seus erros, mas assume qualquer vitória, mesmo que seja dos outros. Ele é um ganhador ou um perdedor, e pode transformar-se em perseguidor ou vítima, mas jamais chegará à condição de guerreiro, porque não merece.






Um guerreiro as vezes deve ser disponível, e às vezes deve estar oculto. É inútil para um guerreiro estar todo tempo disponível, assim como é inútil esconder-se quando todos sabem onde ele está escondido. Alternando a disponibilidade com a indisponibilidade, ele não se cansa à toa, e não cansa aqueles que estão ao seu lado.





Para o homem comum o mundo é estranho porque quando não está cansado de viver, está sofrendo por coisas que acredita não merecer. Para um guerreiro, o mundo é estranho porque é estupendo, pavoroso, misterioso, insondável. A arte do guerreiro consiste em equilibrar o temor de ser um homem, com a maravilha de ser um homem.





Os atos tem poder. Especialmente quando o guerreiro sabe que cada luta pode ser sua última batalha. Existe uma estranha felicidade em agir com pleno conhecimento da idéia que podemos morrer no próximo minuto.






O mais difícil neste mundo é adotar a postura de um guerreiro. De nada serve estar triste, queixar-se, dizer que alguém está nos fazendo mal. Ninguém está fazendo nada a ninguém, e muito menos a um guerreiro.




A confiança do guerreiro não é a confiança do homem comum. O homem comum busca a aprovação nos olhos do espectador, e chama isto de certeza. O guerreiro busca ser impecável perante si mesmo, e chama isso de humildade. O homem comum está ligado aos seus semelhantes, o guerreiro está conectado com o infinito.Há muitas coisas que um guerreiro pode fazer em um determinado momento, e que não podia fazer há alguns anos. Não foram as coisas que mudaram, o que mudou foi a idéia que o guerreiro tinha a respeito de si mesmo.






O poder sempre coloca ao alcance do guerreiro um centímetro cúbico de sorte. A arte do guerreiro consiste em ser permanentemente fluido, para conseguir utilizá-lo. Todo mundo dispõe do suficiente poder para conseguir alguma coisa. O segredo do guerreiro consiste em desviar a energia que antes dedicava às suas fraquezas, e utilizá-la em seu propósito nesta vida.
(Carlos Castaneda)

segunda-feira, 30 de maio de 2011

CRISES SEM DOR



Fáceis de reconhecer as crises abertas.


Provação exteriorizada, dificuldade à vista.


Surgem, comumente, na forma de moléstias, desencantos, acidentes ou suplícios do coração, atraindo o concurso espontâneo das circunstantes a que se escoram as vítimas, vencendo, com serenidade e valor, tormentosos dias de angústia, como quem atravessa, sem maiores riscos, longos túneis de aflição.






Temos, porém, calamitosas crises sem dor, as que se escondem sob a segurança de superfície:


- quando nos acomodamos com a inércia, a pretexto de haver trabalhado em demasia...


- nas ocasiões em que exigimos se nos faça o próximo arrimo indébito no jogo da usura ou no ataque da ambição...


- qualquer que seja o tempo em que venhamos a admitir nossa pretensa superioridade sobre os demais...


- sempre que nos julguemos infalíveis, ainda mesmo em desfrutando as mais elevadas posições nas trilhas da Humanidade...


- toda vez que nos acreditemos tão supostamente sábios e virtuosos que não mais necessitemos de avisos e corrigendas, nos encargos que nos são próprios...






Sejam quais sejam os lances da existência em que nos furtemos deliberadamente aos imperativos da auto – educação ou de auxílio aos semelhantes, estamos em conjuntura perigosa na vida espiritual, com a obrigação de esforçar-nos, intensamente, para não cair em mais baixo nível de sentimento e conduta.


Libertemo-nos dos complexos de avareza e vaidade, intransigência e preguiça que nos acalentam a insensibilidade, a ponto de não registrarmos a menor manifestação de sofrimento, porquanto, de modo habitual, é através deles que se operam, em nós e em torno de nós, os piores desastres do espírito, seja pela fuga ao dever ou pela queda na obsessão.

pelo Espírito Emmanuel
Do livro: Estude e Viva,
Médiuns: Francisco Candido Xavier e Waldo Vieira.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

O SIGNIFICADO DAS DOENÇAS




Segundo a psicóloga Americana Louise L. Hay, todas as doenças que temos são criadas por nós. Afirma ela, que somos 100% responsáveis por tudo de ruim que acontece no nosso organismo.


Todas as doenças têm origem num estado de não-perdão, diz a psicóloga americana Louise L. Hay. Sempre que estamos doentes, necessitamos descobrir a quem precisamos perdoar.


Quando estamos empacados num certo ponto, significa que precisamos perdoar mais!






Pesar, tristeza, raiva e vingança são sentimentos que vieram de um espaço onde não houve perdão. Perdoar dissolve o ressentimento. 


A seguir, você vai conhecer uma relação de algumas doenças e suas prováveis causas, elaboradas pela psicóloga Louise. 
Reflita, vale a pena tentar evitá-las:










DOENÇAS/CAUSAS:


ALCOOLISMO: Fuga da realidade , medo de encara a vida
AMIDALITE: Emoções reprimidas, criatividade sufocada.
ANOREXIA: Ódio ao externo de si mesmo.
APENDICITE: Medo da vida. Bloqueio do fluxo do que é bom.
ARTERIOSCLEROSE: Resistência. Recusa em ver o bem.
ARTRITE: Crítica conservada por longo tempo.
ASMA: Sentimento contido, choro reprimido.
BRONQUITE: Ambiente familiar inflamado. Gritos, discussões.
CÂNCER: Mágoa profunda, tristezas mantidas por muito tempo.
COLESTEROL: Medo de aceitar a alegria.
DERRAME: Resistência. Rejeição à vida.
DIABETES: Tristeza profunda.
DIARRÉIA: Medo, rejeição, fuga.
DOR DE CABEÇA: Autocrítica, falta de auto-valorização.
DOR NOS JOELHOS: medo de recomeçar, medo de seguir em frente. Pessoas que procuram se apoiar nos outros.
ENXAQUECA: Raiva reprimida. Pessoa perfeccionista.
FIBROMAS: Alimentar mágoas causadas pelo parceiro(a).
FRIGIDEZ: Medo. Negação do prazer.
GASTRITE: Incerteza profunda. Sensação de condenação.
HEMORRÓIDAS: Medo de prazos determinados. Raiva do passado.
HEPATITE: Raiva, ódio. Resistência a mudanças.
INSÔNIA: Medo, culpa.
LABIRINTITE: Medo de não estar no controle.
MENINGITE: Tumulto interior. Falta de apoio.
NÓDULOS: Ressentimento, frustração. Ego ferido.
PELE (ACNE): Individualidade ameaçada. Não aceitar a si mesmo.
PNEUMONIA: Desespero. Cansaço da vida.
PRESSÃO ALTA: Problema emocional duradouro não resolvido.
PRESSÃO BAIXA: Falta de amor quando criança. Derrotismo.
PRISÃO DE VENTRE: Preso ao passado. Medo de não ter dinheiro suficiente.
PULMÕES: Medo de absorver a vida.
QUISTOS: Alimentar mágoa. Falsa evolução.
RESFRIADOS: Confusão mental, desordem, mágoas.
REUMATISMO: Sentir-se vitima.. Falta de amor. Amargura.
RINITE ALÉRGICA: Congestão emocional. Culpa, crença em perseguição.
RINS: medo da crítica, do fracasso, desapontamento.
SINUSITE: Irritação com pessoa próxima.
TIREÓIDE: Humilhação.
TUMORES: Alimentar mágoas.. Acumular remorsos.
ÚLCERAS: Medo.. Crença de não ser bom o bastante.
VARIZES: Desencorajamento. Sentir-se sobrecarregado.








Curioso não?
Por isso vamos tomar cuidado com os nossos sentimentos... Principalmente daqueles, que escondemos de nós mesmos. Quem esconde os sentimentos, retarda o crescimento da Alma'. 
Remédios indicados: Auto-estima, Perdão, Amor

Texto retirado da internet

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Exilados de Capela

A CONSTELAÇÃO DO COCHEIRO



- “Nos mapas zodiacais, que os astrônomos terrestres compulsam em seus estudos, observa-se, desenhada, uma grande estrela na Constelação do Cocheiro que recebeu, na Terra, o nome de Cabra ou Capela”.
“Magnífico Sol entre os astros que nos são mais vizinhos, ela, na sua trajetória pelo Infinito, faz-se acompanhar, igualmente, da sua família de mundos, cantando as glórias divinas do Ilimitado." (A Caminho da Luz, Emmanuel, cap. III) A Constelação do Cocheiro é formada por um grupo de estrelas de várias grandezas, entre as quais se inclui a Capela, de primeira grandeza, que, por isso mesmo, é a alfa da constelação. (Fig. 1) Capela é uma estrela inúmeras vezes maior que o nosso Sol e, se este fosse colocado
em seu lugar, mal seria percebido por nós, à vista desarmada. 






Dista da Terra cerca de 45 anos-luz, distância esta que, em quilômetros, se representa pelo número de 4.257 seguido de 11 zeros.
Na abóbada celeste Capela está situada no hemisfério boreal, limitada pelas constelações da Girafa, Perseu e Lince: e, quanto ao Zodíaco, sua posição é entre Gêminis e Tauro.






Conhecida desde a mais remota antigüidade, Capela é uma estrela gasosa, segundo afirma o célebre astrônomo e físico inglês Arthur Stanley Eddington (1882-1944), e de matéria tão fluídica que sua densidade pode ser confundida com a do ar que respiramos.
Sua cor é amarela, o que demonstra ser um Sol em plena juventude, e, como um Sol, deve ser habitada por uma humanidade bastante evoluída.
* ver O Livro dos Espíritos, Allan Kardec, perg.188.



CAPELINOS




Periodicamente acontecem as chamadas "rondas planetárias", que são migrações de consciências para outros planetas, onde poderão dar continuidade ao seu aprendizado e desenvolvimento. Falarei agora da ronda que trouxe para a Terra os espíritos que transformaram de vez a face do nosso planeta:






Os clássicos povos antigos (egípcios, hindus, etc) que fizeram florescer a civilização como a conhecemos foram compostos de espíritos provenientes do sistema de Capela. Ali havia um planeta com alto grau de conhecimento e espiritualidade, mas, como em toda escola, havia a "turma do fundão" que não quer saber de nada, que usam o conhecimento para fins egoístas e não muito louváveis. Como a maioria da população do planeta, através da evolução, atingiu um nível espiritual incompatível com as atitudes e freqüência dessa minoria, esses espíritos recalcitrantes no mal foram então transferidos (banidos seria um termo mais correto) para o planeta Terra, para que pudessem ser a mola propulsora na evolução do povo daqui (espíritos terrícolas).






Há alguns milhares de anos, quando os espíritos dos degredados começaram a encarnar aqui, tudo o que encontraram em nosso planeta eram tribos, sociedades rudimentares baseadas na força bruta. Claro que esses espíritos degredados não gostaram nadinha de sair de seu luxo, conforto e tecnologia para um planeta atrasado como o nosso, e muito menos encarnar nesses corpos diferentes.






Mesmo com o véu do esquecimento causado pela reencarnação, esses espíritos traziam em seus olhos - além de toda a sua evolução espiritual (essa que não se perde) - uma saudade indefinível, um sentimento de perda de algo e desejo de voltar não se sabe ao certo para onde. Então, com o passar dos anos, inconscientemente esses espíritos adiantados foram se juntando - por afinidades sentimentais e linguísticas que os associavam na constelação de Cocheiro - em quatro grandes grupos: os arianos, egípcios, hindus e o povo de Israel. Assim, pela sua inteligência superior, essas raças facilmente sobrepujaram as outras, e assim nascem as grandes civilizações como as conhecemos.






Numa simples descrição encontramos referência a vôo orbital, descida de seres do espaço, mísseis dirigidos, explosões nucleares e contaminação radioativa. Nada de novo sobre a Terra... isso mostrava aos seres do espaço que a turminha de "gente ruim" não havia aprendido nada com o banimento e que aqui iria virar um Carandiru mesmo. Então, percebendo que sua ajuda comprometeria gravemente a evolução do planeta, os extraterrestres foram embora da nossa vista, estabelecendo uma quarentena para o nosso planeta (para nosso próprio bem). 






Nada como um romance com personagens cativantes e boa história para passar uma mensagem. Então foi isso que Albert Paul Dahoui fez com o livro A saga dos Capelinos, onde misturou ficção com o que se sabe sobre a nossa origem espiritual, através de relatos espíritas e teosóficos. A introdução é tão didática que a publicarei aqui para que entendam melhor como se deu o expurgo dos Capelinos para a Terra:





"Há cerca de 3.700 a.C., num dos planetas que gravitam em torno da estrela dupla Capela, existia uma humanidade muito parecida com a terrestre, à qual pertencemos atualmente, apresentando notável padrão de evolução tecnológica. Naquela época, Ahtilantê, nome desse planeta, o quinto, a partir de Capela, estava numa posição social e econômica global muito parecida com a da Terra do século XX d.C. A humanidade que lá existia apresentava graus de evolução espiritual extremamente heterogêneos, similares aos terrestres do final do século XX, com pessoas desejando o aperfeiçoamento do planeta, enquanto outras apenas desejavam seu próprio bem-estar.






Os governadores espirituais do planeta, espíritos que tinham alcançado um grau extraordinário de evolução, constataram que Ahtilantê teria que passar por um extenso expurgo espiritual. Deveriam ser retiradas do planeta, espiritualmente, as almas que não tivessem alcançado um determinado grau de evolução. Elas seriam levadas para outro orbe, deslocando-se através do mundo astral, onde continuariam sua evolução espiritual, através do processo natural dos renascimentos. No decorrer desse longo processo, que iria durar cerca de oitenta e quatro anos, seriam dadas oportunidades de evolução aos espíritos, tanto aos que já estavam na carne, como aos que estavam no astral - dimensão espiritual mais próxima da material - através das magníficas ocasiões do renascimento. Aqueles que demonstrassem endurecimento em suas atitudes negativas perante a humanidade ahtilante seriam retirados, gradativamente, à medida que fossem falecendo fisicamente, para um outro planeta que lhes seria mais propício, possibilitando que continuassem sua evolução num plano mais adequado aos seus pendores ainda primitivos e egoísticos. Portanto, a última existência em Ahtilantê era vital, pois demonstraria, pelas atitudes e pelos pendores do espírito, se ele havia logrado alcançar um padrão vibratório satisfatório dos requisitos de permanência num mundo mais evoluído e pronto para novos vôos ou se teria que passar pela dura provação de um recomeço em planeta ainda atrasado.






Os governadores espirituais do planeta escolheram para coordenar esse vasto processo um espírito do astral superior chamado Varuna Mandrekhan, que formou uma equipe atuante em muitos setores para apoiá-lo em suas atividades. Um planejamento detalhado foi encetado de tal forma que pudesse abranger de maneira correia todos os aspectos envolvidos nesse grave cometimento. Diversas visitas ao planeta que abrigaria parte da humanidade de Ahtilantê foram feitas, e, em conjunto com os administradores espirituais desse mundo, o expurgo foi adequadamente preparado.






Ahtilantê era um planeta com mais de seis bilhões de habitantes e, além dos que estavam ali renascidos, existiam mais alguns bilhões de almas em estado de erraticidade. O grande expurgo abrangeria todos, tanto os renascidos como os que se demoravam no astral inferior, especialmente os mergulhados nas mais densas trevas. Faziam também parte dos passíveis de degredo os espíritos profundamente desajustados, além dos assassinos enlouquecidos, dos suicidas, dos corruptos, dos depravados e de uma corja imensa de elementos perniciosos.






Varuna, espírito nobilíssimo, destacara-se por méritos próprios em todas as suas atividades profissionais e pessoais, sendo correto, justo e íntegro. Adquirira tamanho peso moral na vida política do planeta que era respeitado por todos, inclusive por seus inimigos políticos e adversários em geral. Os capelinos foram trazidos em levas que variavam de vinte mil a pouco mais de duzentas mil almas. Sob a direção segura e amorosa dos administradores espirituais, vinham em grandes transportadores astrais, que venciam facilmente as grandes distâncias siderais e que eram comandados por espíritos especializados em sua condução.






A Terra, naquele tempo, era ocupada por uma plêiade de espíritos primitivos, os quais serão sempre denominados terrestres nestes escritos, para diferenciá-los dos capelinos que vieram degredados para cá, a fim de evoluir e fazer com que outros evoluíssem. Uma das funções dos capelinos, aqui na Terra, era ser aceleradores evolutivos, especialmente no terreno social e técnico. Embora fossem a escória de Ahtilantê, eram mais adiantados do que os terrestres relativamente a níveis de inteligência, aptidão social e, naturalmente, sagacidade. Os terrestres, ainda muito embrutecidos, ingênuos e apegados a rituais tradicionais, pouco ou nada criavam de novo. Cada geração se apegava ao que a anterior lhe ensinara, atitude muito similar à em que vemos demorarem-se os nossos índios, que estagiam comodamente no mesmo modo de vida há milhares de anos.






Havia entre os exilados um grupo de espíritos que, em Ahtilantê, se intitulavam de alambaques, ou seja, dragões. Esses espíritos, muitos deles brilhantes e de sagaz inteligência, eram vítimas de sua própria atitude negativa perante a existência, preferindo serem 'críticos a atores da vida'. Muitos deles se julgavam injustiçados quando em vida e, por causa desses fatos, aferravam-se em atitudes demoníacas perante os maiores. Era mais fácil para eles comandar a grande massa de espíritos inferiores que os guardiões do astral inferior, que eram em pouco número. Por isso, Varuna foi até as mais densas trevas, para convidar os poderosos alambaques a se unirem a eles e ajudarem as forças da evolução e luz a triunfarem sobre eventuais espíritos recalcitrantes. Varuna, através de sua atitude de desprendimento, de amor ao próximo e de integridade e justiça, foi acolhido, após algum tempo, pela maioria dos alambaques, como o grande mago, o Mykael, nome que passaria a adotar como forma de renovação que ele mesmo se impôs ao vir para a Terra. A grande missão de Mykael era não apenas de trazer as quase quarenta milhões de almas capelinas para o exílio, porém, principalmente, fundamentalmente, levá-las de volta ao caminho do Senhor, totalmente redimidas."


Referência: A caminho da luz, de Emmanuel / Chico Xavier;
Vinha de luz, de Emmanuel / Chico Xavier;
Exilados de Capela, de Edgar Armond

segunda-feira, 23 de maio de 2011

TRAJETÓRIA DESAFIADORA



Filhos da Alma:


Que Jesus nos abençoe.


Repetimos a trajetória do Cristianismo primitivo. O solo que espera ensementação ainda necessita de adubo e de arroteamento.


Não estranhemos as dificuldades e os desafios.


Jesus, que representa a estrela de primeira grandeza da Terra, não transitou por estradas asfaltadas, nem sorveu o precioso licor da amizade e do respeito. Sofreu perseguições sem nome, vivendo testemunhos indescritíveis.






Por isso, Ele nos disse: No mundo somente tereis aflições. [João, 16:33]


Que sejamos afligidos, mas que não nos tornemos afligentes, impondo-nos a carga dos testemunhos, que conduzamos com elevação ao calvário libertador.






Vendo-vos, filhos da alma, reencetando a jornada que ficou interrompida no passado, em face do desequilíbrio e das lamentáveis posturas humanas, alegramo-nos, porque palmilhais a estrada da redenção com entusiasmo, com amor.


Vivei o Evangelho, conforme a interpretação da Doutrina Espírita, e exultai.


Vossas dores são nossas dores, vossas ansiedades e sofrimentos íntimos são nossos, meus filhos.


Jesus compartilha, antecipando as inefáveis alegrias do amanhã ditoso, após vencido o portal do túmulo.






Avançai, seareiros da luz!


Nada vos impeça a glorificação do ideal que vibra e que se expande através de vós.


Jesus nos espera, avancemos.




Amigo Jesus:


Tu que és o companheiro daqueles que não têm companheiros, que és o médico dos excluídos da sociedade terrena, enfermos da alma e do corpo, que és o guia do planeta terrestre, que foi atirado no éter cósmico sob Teu comando, recebe a nossa gratidão por estes dias de júbilos e de reflexões.


Aceita a pobreza em que nos encontramos, aguardando a fortuna que ofereces aos que Te servem.


Agradecidos, Senhor, rogamos que nos abençoe e aos irmãos e amigos de retorno às suas tarefas, para que sejam fiéis até o momento da libertação.


Muita paz, meus amigos.






Com o carinho dos Espíritos-espíritas aqui presentes, o amigo paternal e humílimo de sempre.



pelo Espírito Bezerra de Menezes - Mensagem psicofônica recebida por Divaldo Pereira Franco,
no encerramento do Curso promovido pelo Conselho Espírita Internacional (CEI), em Liège, Bélgica,
no dia 7 de junho de 2009, em seguida à 13ª Reunião Ordinária do CEI.

terça-feira, 17 de maio de 2011

Só para quem quer vencer


Não perca a paciência
Não perca a esperança.
Há milhões de pessoas,
aguardando os recursos de que você já dispõe.



Não perca o bom humor.
Em qualquer acesso de irritação,
há sempre um suicidiozinho no campo de suas forças.



Não perca a tolerância.
É muita gente a tolerá-lo,
naquilo que você ainda tem de indesejável.



Não perca a serenidade.
O problema pode não ser assim tão difícil quanto você pensa.



Não perca a humildade.
Além da planície, surge a montanha,
e, depois da montanha aparece o horizonte infinito.



Não perca o estudo.
A própria morte é lição.



Não perca a oportunidade de servir aos semelhantes.
Hoje ou amanhã, você precisará do concurso alheio.



Não perca tempo.
Os dias voltam, mas os minutos são outros.
Não perca a paciência.
Recorde a paciência inesgotável de Deus.



Veja o vídeo
Só para quem quer vencer




por Calunga - Médium Luiz Antonio Gasparetto

segunda-feira, 16 de maio de 2011

era uma vez...



"Era uma vez...


Havia uma vez uma ilha, onde viviam todos os sentimentos e valores do homem:




o Bom Humor, a Tristeza, a Sabedoría...  como também todos os demais, inclusive o Amor.






Um dia anunciou-se aos sentimentos que a ilha iria submergir.
Então todos prepararam seus barcos e partiram. Somente o Amor ficou esperando, até o último momento.




Quando a ilha estava a ponto de afundar, o Amor decidiu pedir ajuda.








A Riqueza passou perto do Amor em um barco luxuosíssimo e o Amor lhe disse:
 “Riqueza, podes levar-me contigo?”


"Não posso porque tenho muito ouro e prata dentro da barca e não há lugar para ti."








Então o Amor decidiu pedir ao Orgulho que estava passando em uma magnífica barca,
Orgulho te imploro, podes levar-me contigo?”
"Não posso levar-te, Amor" respondeu o Orgulho: “aqui  tudo é perfeito e poderías arruinar minha barca”.








Então o Amor disse à Tristeza que estava se aproximando:
"Tristeza te peço, deixe-me ir contigo."


"Oh Amor" respondeu a Tristeza, “estou tão triste que necessito estar sozinha”.








Em seguida o Bom Humor passou em frente ao Amor; mas estava tão contente que não sentiu que o estavam chamando.








De repente uma voz disse:
"Vem Amor, que te levo comigo“
Era um velho quem o havia chamado.
O Amor se sentiu tão contente e cheio de alegria que se esqueceu de perguntar o nome do velho.
Quando chegou à terra firme, o velho se foi.








O Amor se deu conta do quanto lhe devia e perguntou ao Saber:
Saber, podes dizer-me quem me ajudou?”


“Foi  o Tempo” respondeu o Saber.




“O Tempo?" perguntou o Amor a si mesmo,
“Por que será que o Tempo me ajudou?”.
O Saber cheio de sabedoría respondeu:








“Porque só o Tempo é capaz de compreender o quanto o Amor é importante na vida”

Texto retirado da internet