terça-feira, 2 de abril de 2013

O futuro da mediunidade já começou!

É uma dulcíssima consolação a possibilidade do diálogo 
entre “vivos” e “mortos”
 
"Se os meus discípulos se calarem, as pedras falarão!..." - Jesus.  (Lc., 19:40)


Atualmente já se encontra na Terra – perfeitamente demonstrada – a insofismável realidade constituída pela Comunicabilidade dos Espíritos, isto é, a possibilidade de comunicação entre os dois planos da vida – carnal e espiritual – não só pelos mecanismos da mediunidade tão bem estudados por Allan Kardec, como, também, através de aparelhagens eletrônicas.

Os Espíritos estão se mostrando através da televisão, de gravadores, de telefone e computadores.  Que será dos incrédulos?!

Tais descobertas foram previstas pelos Espíritos que deixaram entrever na questão de número 934 de "O Livro dos Espíritos" que mais tarde a Humanidade disporia de outros meios "mais diretos e mais acessíveis aos nossos sentidos" para nos comunicarmos com eles.

Esclarece Allan Kardec na questão seguinte (935) do mesmo livro: "(...) possibilidade de nos pormos em comunicação com os Espíritos é uma dulcíssima consolação, pois que nos proporciona meios de conversarmos com os nossos parentes e amigos, que deixaram antes de nós a Terra. Pela evocação, aproximamo-los de nós, eles vêm colocar-se ao nosso lado, nos ouvem e respondem. Cessa assim, por bem dizer, toda separação entre eles e nós. 

Auxiliam-nos com seus conselhos, testemunham-nos o afeto que nos guardam e a alegria que experimentam por nos lembrarmos deles. Para nós, grande satisfação é sabê-los ditosos, informar-nos, por seu intermédio, dos pormenores da nova existência a que passaram e adquirir a certeza de que um dia nos iremos a eles juntar".

A Comunicabilidade dos Espíritos, um dos pontos básicos do Espiritismo, é, pois, importante fator de esclarecimentos e consolo para a Humanidade em evolução.

A formosa Doutrina dos Espíritos chegou para tornar clara – até ao mais céptico – a exuberante realidade do "post-mortem", e ninguém poderá mais dizer ante a morte: "nec plus ultra". 

Ao tempo de Jesus os mortos eram colocados em túmulos escavados na pedra, daí referir-se Ele, no registro de Lucas em epígrafe, que se os discípulos se calassem as pedras, isto é, os "mortos", ou seja, os Espíritos, passariam a falar...

Jesus inaugurou na Terra a nova era do "túmulo vazio" e o Espiritismo, que é o "Consolador Prometido" por Ele, demonstra de forma insofismável essa realidade, rompendo de vez as barreiras que impediam a integração entre os dois planos da vida.

A madrugada de luz testemunhada pela convertida de Magdala continuará a iluminar os proscênios humanos onde se desenrola a saga da evolução.   

Compreende-se melhor, agora, estas palavras de Jesus (Jo., 8:51): "Em verdade, em verdade vos digo que, se alguém guardar a minha palavra, nunca verá a morte"; e também as de Paulo (I Cor., 15:54 e 55): “Tragada foi a morte na sua vitória. Onde está, ó morte, o teu aguilhão?”.

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