domingo, 28 de abril de 2013

Reflexões esparsas


Reflexões esparsas
Pensamentos e palavras vêm-nos aos corações. Que fazer se nossa vida, muito de nosso tempo útil, é um conjunto inominado de situações non-sense. Se considerarmos tão somente os aspectos exotéricos da vida, a realidade que nos cerca é perfeição efêmera, criada por nós mesmos, por nossa inaptidão no pensar. A esotérica realidade é construção de castelo de luz em nós, implantando-nos o Reino de Deus, na quantumnidade possível à nossa capacidade, mas real, palpável e não putável ante os acórdãos de nossa consciência, a guisa de etapas vencidas...
Subtrair de nosso coração o ressentimento é missão precípua para todos aqueles que queiramos servir Jesus. O estar ou ser ressentido é vibrar em diapasão anacrônico ao necessário para sermos co-médicos, com Jesus, das almas. Neste sentido, devemos conhecer, aceitar e vencer todas nossas deficiências, bem como ter contato com outras que nem imaginamos, para entender em definitivo quem somos e, quem poderemos ser. Quem desejar comprovar, tente por alguns momentos enfrentar a própria consciência!
Servir Jesus nos pede recato, amor e um mínimo de disciplina. O amor deve ser incondicional, mas deve ter o parâmetro da caridade, que nos pede dar a mão que sustente, mas, com a mesma ênfase,  o conhecimento que enleve e nos eleve, a todos, assistentes e assistidos, aos  patamares de seres dignos de um espírito imortal. Dar sem orientar é ensinar ao ser a não procurar o próprio caminho, e chafurdar-se nos vales dolorosos da ociosidade contraproducente.
Tudo na vida no pede bom senso e diligência. Bom senso para transformar em sólidos, os terrenos arenosos, para construir a mansão imortal das realizações de nossos corações e diligência para que nossas dores sejam expurgadas de maneira eficiente de nossas  moradas mentais, de vez que merecemos mais que angustias sacrílegas em almas irmãs de Jesus. Ausência de bom senso pode transformar nossa vida em circo de horrores e de diligência, levar-nos a psicopatias não catalogadas em nosso pobres tomos médicos terrestres, mas ricamente impregnadas nas marés bravias de nossa inconsciência.
Se não pudermos ser totalmente claros em nossas falas, calemos nosso verbo, pois o mínimo que nossa incerteza e leniência verbais poderãofazer é ferir um justo!
Nosso verbo em equilíbrio cimentar a fé em seres claudicantes na senda a Jesus. Em desequilíbrio, denota em nós o reinado do nosso EGO sobre a luz que nos é residente, criando para nós armadilhas de difícil desvios em nossos certo aprendizado.
O saber com a sabedoria, ao tempo que envolve o todo, é luz imarcescível própria dos poucos que já entenderam e carregam a própria cruz. O saber usado para dominar corações, é tudo, menos saber, quiçá decoreba inócuo e insípido, criador de monstros revividos, por nós, de nossas ancestralidades.
Se o outro erra conosco, afastemos de nós o desejo doentio de acender a fogueira da vingança. Um erro não justifica o outro. Lembrar que tudo na natureza é harmonia, menos nossa luta egóica.
Por fim, nunca é muito lembrar que Jesus nos quer como ovelhas aquietadas e curadas das leiras enfermiças da terra.
Que Jesus e Maria de Nazaré nos abençoe – Deus conosco. Paz inefável!

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