sexta-feira, 12 de abril de 2013

A paz do trabalho


A paz do trabalho
A paz que tendes em vós deve ser direcionada para a luta incondicional do amor despretensioso sincero, ético e leal. Estando em paz conosco estaremos plantando flores de luz em nosso caminho. As ilusões das emoções melífluas devem ser substituídas pelas realidades do vivenciar o amor inefável aos pés do mestre.
Trabalhar em prol desta dama impoluta, a paz, é plantar à nossa volta sensações de quietude e blandícias perfumosas. A paz é movimento sublime em nossas mentes e corações. Mentes para nossa paz seja modeladora de um ambiente sem o visgo nefelibata, corações para que estando em equilíbrio com o mais alto, saia de nós natural de nós como ondas de bem-aventuranças celestes.
Subirmos as montanhas de nossos existir é encontrar nossas priscas experiências, quando lágrimas trouxeram-nos até aqui, hoje, neste momento de júbilo. Sob o olhar majestoso da lua que enobrece nossas noites de sonhos e saudades em formas de lágrimas, alcemos nossos braços aos céus em ato de gratidão àquele que É, para que olhe em nós, cavalheiros de nossas obras em prol da humanidade que cresce.
Não ignoremos a amplitude da messe! Visitemos às mansardas de dores que nos cercam. Nelas, estará nossa redenção.
Sejamos joviais e alegres, considerando nossa obra junto aos que padecem na dor da insatisfação, até mesmo com o comezinho viver.
Sejamos sempre promontório de almas aflitas que nos procurarem.
A língua, bem direcionada, pode salvar corações.
Não olhemos para trás, pois sofrimentos suplantados, são substratos de nossas construções.
O trabalho nos pede sempre visão orientada para frente, inclinando-nos sempre a procurar a ação antecipada, para reduzir as dores em níveis inferiores às que sofremos, em nosso perpassar nas trilhas da autoconstrução.
Sejamos a água viva em taças e, que destas, transbordem sempre a luz de boa-vontade.
Exercitemos em nós a paz do trabalho, a força da superação e a ética da dignidade.

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