sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Doutrina e Aplicação

Doutrina e Aplicação

Filhos, o Senhor nos abençoe.

Somos defrontados hoje por impositivos da
que realmente se nos mostram por obrigações de caráter inadiável.

Achamos-nos sem dúvida, à frente de um mundo, - nossa casa, - atravancado de problemas que a nós outros compete resolver.


Lutas,
conflitos, dificuldades, desafios, de variada espécie nos convocam à divulgação da Doutrina de Amor e Luz, a cujo engrandecimento estamos convocados, cada qual de nós na posição em que se encontra.

Por isso mesmo, já que estudais a
virtude, reflitamos na expansão dos princípios espíritas evangélicos como sendo a demonstração generalizada e simples da virtude do Cristianismo Redivivo no Espiritismo, a porta libertadora de nossos corações no rumo da emancipação com o Cristo de Deus.

Entretanto, filhos, a divulgação a que nos reportamos será, sim, a de exposição verbal de nossas
teses edificantes, mas, sobretudo a prática dos ensinamentos a que se nos afeiçoam idéia e coração.

Acrescentemos Espiritismo à nossas atividades cotidianas.


Mais
amor no exercício de nossos deveres, mais luz em nossa palavra.

Em casa, aditemos Doutrina às nossas mínimas
atitudes, a fim de que o lar se nos mantenha por santuário bendito do aperfeiçoamento ritual'>espiritual a que nos empenhamos e em nossos grupos de serviço apliquemos Doutrina em nossos gestos mais obscuros, de vez que no instituto domestico e em nossa equipe de trabalho é que surpreendemos os mais difíceis problemas de ordem ritual'>espiritual para a iluminação do futuro.

Isso porque é no ambiente mais ínt
imo da experiência terrestre que acolhemos os laços mais sublimes do amor e os elos mais aflitivos das aversões que nós mesmos trazemos na bagagem de passadas reencarnações.

Do lar e do grupo social, seja esse grupo de
caráter idealístico ou afetivo, na ação e na afinidade, é que nos afastamos para a Família Maior – a Humanidade, - assim como a embarcação que se retira do cais, em demanda do mar alto.

Por esta
razão, nessas duas escolas da alma é forçoso, adestrar-no em Doutrina Espírita, a fim de que a travessia da viagem na vida física se faça amparada no êxito necessário.

Enfim, traduzamos a nossa
em trabalho incessante no Bem, desentranhemos as lições de Jesus, milenarmente arquivadas em nossa memória para o trato afetivo com as experiências do dia-a-dia, auxiliando-nos uns aos outros, através do perdão aprendido e sofrido e da tolerância trabalhada e esculpida no próprio esforço, reconhecendo que o outro é o nosso reflexo.

O próx
imo é o caminho e Jesus é a meta.

Sirvamo-nos.


Ajudemo-nos.


Tão somente assim, ofereceremos substancia às realizações
espíritas-cristãs, à maneira do material que monumentaliza esse ou aquele plano de construção.

Atividade, mas não aquela atividade a que os nossos irmãos ainda sediados na rebeldia se referem nos apelos com que conclamam o Mundo à renovação.


Esforço em nós mesmos, para que a nossa
se nos instale definitivamente na vida pessoal para que a felicidade não mais se erija em nós por mito que a desilusão quebra ou destrói.

Construamos Doutrina em nós e em nossas próprias
existências, dando conta dos encargos que o Senhor nos reservou, tomando a compreensão e a bondade por diretrizes de cada dia.

A
penas assim, - unicamente assim, - faremos a divulgação do Espiritismo por Doutrina Perfeita, a destacar-se de nossas próprias imperfeições, a fim de que pelo trabalho de hoje, venhamos a alcançar com o Divino Mestre, a felicidade indestrutível pela vivência positiva e real da legenda que Ele mesmo, Jesus, nos deu a todas as criaturas na Terra, por divino roteiro indispensável à paz de cada um: - "Amai-vos uns aos outros como eu vos amei".

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