quinta-feira, 26 de abril de 2012

Medicina e Jesus

Medicina e Jesus

Sem sombra de dúvidas, é Jesus o maior médico que já passou na Terra. Sem embargo da medicina material, a que Ele fazia era bem mais profunda, tocando a todos de forma singular, já que grafava em todos, para a imortalidade, ao invés de apenas por alguns segundos, as marcas indeléveis dos remédios que veio trazer.   

Psiquiatra ímpar, o Mestre, em diversas ocasiões, curou diversos casos de aparentes loucuras. Essas, na verdade, nada mais eram do que intricados processos obsessivos, a que vulgarmente o povo chamava possessão, mas que Allan Kardec preferiu chamar de forte subjugação. (1) Assim, Ele “expulsava os demônios”, como está escrito nos Evangelhos, e, fazendo essas desobsessões, curava a loucura. Concitava, igualmente, seus discípulos a fazerem o mesmo. (2) Ensinava meios para se curar, através do jejum moral e da oração (3); e explicava, outrossim, os mecanismos dessas obsessões chamadas de loucuras. (4) Caso típico foi a cura do possesso de Gerasa. (5) 

De outras vezes, mostrara que as doenças podem ter sua origem na alma que transborda para o perispírito e deste vai ao corpo. Essas mazelas perispirituais podem ter sua gênese em vidas passadas, através de erros (“pecados”) do pretérito. Foi por isso que, quando um cego de nascença chegou até Ele, os discípulos lhe questionaram se aquele menino era cego pelo pecado dos pais ou pelo próprio pecado. (6) E Jesus, não se surpreendeu, nem repreendeu a pergunta, já que os erros do passado podem, perfeitamente, como acontece com certa normalidade, gerar mazelas perispirituais e, dessa maneira, doenças corpóreas. Assim, profundo cirurgião fluídico, curara um leproso (7) e um paralítico (8), dizendo, ainda, para esses que os pecados deles haviam sido perdoados, e, desse modo, tinham sido curados porque, na verdade, suas mazelas perispiríticas tinham sido purificadas ao toque de Jesus.

Além disso, psicólogo singular, sabia que essas mesmas mazelas podiam ser geradas, também, no presente, por isso vinha consolar, no presente, as pessoas, dizendo: “Vinde a mim todos vós que estais cansados e sobrecarregados e eu vos aliviarei”. (9) E, indo além, mostrava que as atitudes, no presente, podem gerar a saúde ou a doença, através de mazelas ou de luzes perispirituais. Eis por que dizia: “a tua fé te curou”.  (10) Ou, ainda: “buscai e achareis
”.  (11)

Indo, ainda, muito mais além, ensinara, outrossim, que as doenças podem ter caráter missionário, quando, por tal ou qual motivo, alguém pede para ter tal ou qual defeito e/ou enfermidade. Na cura do cego de nascença, por exemplo, dissera, respondendo aos apóstolos que “nem ele (o cego) nem seus pais pecaram, mas é para que nele se manifestem as obras de Deus”. (12)

Diante disso, somos levados a dizer que, indubitavelmente, o soma é uma organização fascinante. 

Ele é tão maravilhoso que mesmo os mais céticos dos médicos se quedam diante dos estudos que fazem da anatomia, da fisiologia e da bioquímica corpórea. 

É comum, nesse contexto, escutar deles, por exemplo, na explicação de algum processo patológico, ao se reportarem à fisiopatologia e às defesas empreendidas pelo corpo: “a natureza é sábia!”. 

Mais correto e honesto seria dizer: “Deus é sábio”. Isso porque a natureza, em si mesma, não tem maiores sentidos sem o Criador dos mundos e dos seres


No contacto, pois, com esse organismo singular, importante seria não menosprezar as diversas tramas ocultas, por ora, aos nossos limitados cinco sentidos. Como confiar somente nestes se, dentro da relatividade de tudo, somos confundidos, vez que outra, por eles. 

Na modernidade, pois, em que a física quântica vai abrindo na ciência convencional as portas do mundo relativo, energético e transcendente, sábio seria que, em nossos cursos de medicina, implementássemos mais a sabedoria de Jesus.
 


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