A Caminho da Luz

sábado, 15 de outubro de 2011

Perante os Mentores Espirituais




Perante os Mentores Espirituais

Ponderar com especial atenção as comunicações transmitidas como sendo da autoria de algum vulto célebre, e somente acatá-las pelos conceitos com que se enquadrem à essência doutrinária do Espiritismo.



A luz não se compadece com a sombra.



Abolir a prática da invocação nominal dessa ou daquela entidade, em razão dos inconvenientes e da desnecessidade de tal procedimento em nossos dias, buscando identificar os benfeitores e amigos espirituais pelos objetivos que demonstrem e pelos bens que espalhem.



O fruto dá notícia da árvore que o produz.



Apagar a preocupação de estar em permanente intercâmbio com os Espíritos protetores, roubando-lhes tempo para consultá-los a respeito de todas as pequeninas lutas da vida, inclusive problemas que deva e possa resolver por si mesmo.



O tempo é precioso para todos.



Acautelar-se contra a cega rendição à vontade exclusiva desse ou daquele Espírito,



e não viciar-se em ouvir constantemente os desencarnados, na senda diária, sem maior consideração para com os ensinamentos da própria Doutrina.



Responsabilidade pessoal, patrimônio intransferível.



Honrar o nome e a memória dos mentores que lhe tenham sido companheiros ou parentes consangüíneos na Terra, abstendo-se de endereçar-lhes petitórios desregrados ou descabidas exigências.



A comunhão com os bons cria para nós o dever de imitá-los.



Furtar-se de crer em privilégios e favores particulares para si, tão-somente porque esse ou aquele mentor lhe haja dirigido a palavra pessoal de encorajamento e carinho.



Auxílio dilatado, compromisso mais amplo.


“Amados, não creiais a todo Espírito, mas provai se os Espíritos são de Deus.” (I JOÃO, 4:1.)



Autor: André Luiz

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