terça-feira, 25 de junho de 2013

ADVERSÁRIO ÍNTIMO

"O Espírita assume com a consciência a responsabilidade de ser fiel aos princípios que abraça."
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"O Espiritismo é bênção do Alto revivendo o Evangelho de Jesus, e você, seguidor de Allan Kardec, tem o compromisso inadiável de testemunhá-lo na própria vida." André Luiz (espírito), psicografia de Antônio Baduy Filho. Livro: Vivendo o Evangelho, vol. 1.
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ADVERSÁRIO ÍNTIMO

Jesus e Kardec, cada um na própria dimensão histórica, tiveram opositores implacáveis.

Jesus foi atacado pelos saduceus. Kardec, pelos materialistas.

Jesus foi perseguido pelos sacerdotes. Kardec, pelos religiosos intolerantes.

Jesus foi injuriado pelos escribas. Kardec, pelos teólogos.

Jesus foi ameaçado pelos fariseus. Kardec, pelos fanáticos.

Jesus foi desafiado pelos doutores da Lei. Kardec, pelos mestres da ciência.

Jesus foi incompreendido pelos sábios. Kardec, pelos intelectuais.

Jesus foi hostilizado nas sinagogas. Kardec, nos púlpitos.

Jesus foi torturado com espinhos. Kardec, com agressões morais.

Jesus foi injustiçado pelos juízes. Kardec, pelos críticos.

Jesus foi crucificado à vista de todos. Kardec teve as obras queimadas em público.

O Mestre da Boa Nova e o Professor da Nova Revelação colheram adversários declarados, durante a missão sublime de anunciar e restabelecer as verdades divinas.

De nossa parte, guardemos vigilância e fidelidade aos ideais, para que não nos transformemos, por negligência ou arrogância, em adversários íntimos da causa que abraçamos, recordando que Jesus foi traído pelo discípulo do Evangelho e Kardec tem sido negado por aqueles que mais dizem honrar a Codificação Espírita.

André Luiz (espírito), psicografia de Antônio Baduy Filho. Livro: Vivendo o Evangelho, vol. 1.
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LOUVOR A KARDEC

E.S.E. - Cap. I – Itens 5 a 7
Allan Kardec, ao apresentar “O Livro dos Espíritos”, em 18 de abril 1857, surpreendeu o horizonte intelectual e religioso do mundo com o sol de nova doutrina, impregnada de luz e esperança.
Entretanto, mal estudada e mal compreendida, a Doutrina Espírita é vítima da desinformação de muitos adeptos, que contrariam a Codificação Kardequiana.



Cultivam hábitos arraigados de formalismo religioso.

E Kardec alude à adoração em espírito e verdade.

Aceitam revelações sem o exame do bom senso.

E Kardec condiciona a fé ao crivo do raciocínio.

Transformam o passe em gesticulação complexa.

E Kardec fala da naturalidade da ajuda espiritual.

Conduzem com formalismo os atos religiosos.

E Kardec menciona o culto simples e sincero.

Perturbam as instituições com atitudes egoístas.

E Kardec elege a caridade como roteiro de paz.

Divulgam textos sem o resguardo da prudência.

E Kardec lembra os critérios de análise mediúnica.

Tratam o fenômeno como objetivo primeiro.

E Kardec ressalta a transformação moral.

Submetem o socorro do Alto a certo preço.

E Kardec insiste na mediunidade gratuita.

Sucumbem à curiosidade pelas vidas anteriores.

E Kardec salienta o esquecimento do passado.

Renegam o discurso religioso pelo intelectual.

E Kardec reafirma as lições do Evangelho.



O legado Kardequiano é a referência autêntica do Espiritismo e guarda em seu cerne a dimensão do Consolador prometido pelo Cristo.

Respeitemos, pois, todos nós, os espíritas encarnados e desencarnados, a obra doutrinária de Allan Kardec, louvando-lhe o extremado zelo à missão reveladora, até o ponto de voltar à crosta terrestre, em novo corpo, para desdobrar a Codificação do Espiritismo e testemunhar, mais uma vez, o profundo amor a Jesus, em toda uma existência consagrada ao bem.

André Luiz (espírito), psicografia de Antônio Baduy Filho. Livro: Vivendo o Evangelho, vol. 1

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