segunda-feira, 20 de junho de 2011

Ninguém Foge do Destino

Em suas pesquisas cientistas do comportamento descobriram que, dentre outros, dois males: a solidão e o medo, têm afligido terrivelmente a humanidade desde o século passado. Nova York foi eleita a capital da solidão e poderíamos acrescentar a do paradoxo. Segundo o orador Divaldo Franco, a solidão só se explica pela falta de solidariedade. Andamos sozinhos em meio a uma multidão, assoberbados e aflitos. A falta de confiança num poder maior que nos guie e proteja e os naturais desafios da vida causam invariavelmente desequilíbrios que fazem a criatura ver a vida sob lentes cinza afastando a felicidade, o bem estar, a alegria. Esta obra vem mostrar como age este poder superior, que muito além de nossa compreensão realiza o maior bem possível em nossa vida a cada momento. A fé transporta montanhas de problemas e é a ferramenta mais útil justamente quando achamos que tudo está contra nós; quando temos situações que nos parece de impossível solução. Se temos dívidas do pretérito a ressarcir, temos também um aluvião de amigos carnais e espirituais que nos acompanham a mandado de Deus. Aliados ao amor que devemos exalar e a bondade do criador estes amigos (corpóreos ou não) construirão nossa felicidade se nos abrirmos à idéia de que tudo está sempre sob a poderosa e segura mão de Deus.

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