A Caminho da Luz

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Parabéns, Chico Xavier


Francisco Cândido Xavier. Arquivo de Osvaldo Magro Filho

Na última segunda feira (2 de abril), Chico Xavier completaria 102 anos se não tivesse partido aos 92 anos, dia em que o Brasil comemorou seu pentacampeonato na Copa do Japão/Coréia do Sul. Ele dizia que deixar a Terra num dia em que o povo brasileiro estivesse feliz. E assim aconteceu!
Esse amor que ele sente pelas pessoas é tão forte quanto aquele descrito no refrão de uma música de Renato Russo: “é preciso amar as pessoas como se não houvesse o amanhã”....
Ele praticava isso naturalmente. Pelo menos não parecia sacrifício algum passar horas cumprimentando indivíduos em filas intermináveis no Centro Espírita Luiz Gonzaga, em Pedro Leopoldo, e depois,  no Centro Espírita Comunhão Espírita Cristã,  em Uberaba. Por sinal, Chico amava os chamados “invisíveis”.
Não, não estamos nos referindo aos espíritos.
Gilberto Dimenstein, no livro “O Mistério das Bolinhas de Gude”, abordou a invisibilidade. Segundo ele, ser invisível é não ser notado, é não pertencer a nenhuma tribo, é não se sentir ouvido mesmo após gritos desesperados de pedido de ajuda.  
                                                                                                
 Osvaldo Magro Filho (Dinho) *

Ele defende este conceito de invisibilidade por meio de suas anotações jornalísticas relativas aos anos 1970,  quando se incomodou ao saber do silêncio das meninas virgens que eram leiloadas em prostíbulos no agreste brasileiro. Depois, ao visitar os anos 1980, ele  conheceu a solidão dos brasileiros que se mudaram para New York em busca de uma vida sem preconceitos, mas encontraram o isolamento e a saudade. E quando visitou a ‘cracolândia’, descobrindo que os meninos traficantes-viciados não posavam para fotografias para não serem "apagados", definitivamente, por um gatilho. Precisavam ficar invisíveis.


Eu digo que Chico Xavier tinha um profundo amor e compaixão pelos invisíveis da Terra e do além! Quando participei de algumas reuniões mediúnicas em Uberaba, na década de 1980, ouvia cochichos entre as pessoas que se acotovelavam: “Veja só com quem Chico está conversando; esta pessoa que recebeu a carta psicografada não merecia; ele está doando algo para aquele indivíduo que não precisa de ajuda”.                                        

Contudo, logo depois vinha uma explicação convincente e motivos de sobra pelos quais Chico devotava-se tão intensamente à causa de alguém que sofria.
Quando o filme “Chico Xavier” foi lançado por Daniel Filho, nas comemorações de 100 anos do médium, passamos por Pedro Leopoldo e conversamos com dirigentes do Centro Espírita Luiz Gonzaga. E perguntamos: “já faz tempo que Chico desencarnou e vocês continuam com as mesmas atividades: sopa aos necessitados, roupas doadas aos carentes, preces e reuniões de consolo aos depressivos que por aqui passam. Nada mudou depois que Chico se foi?”
A resposta veio imediata: “quando Chico deixou Pedro Leopoldo, ele fez constar em Ata do Conselho Deliberativo que se algum dia este Centro Espírita deixar de prestar socorro aos mais necessitados suas portas deverão ser trancadas,  e as chaves entregues à Federação Espírita Brasileira. E tem sido assim desde então. A casa está sempre cheia e procuramos ajudar todos que nos procuram”, prosseguiu a dirigente.
Não é de se estranhar a grande quantidade de simpatizantes que este homem possui. No Youtube,  Facebook, Twitter e nos e-mails recebemos diariamente frases escritas pelo médium mineiro. As que mais me impressionam são as que ele próprio assumiu autoria.
“Nunca passei um dia sem luta”.
“A paciência desarticula os mecanismos do mal”.
“Nem sempre os espíritos que nos protegem conseguem se antecipar aos perigos a que, pelo nosso livre arbítrio, nos expomos.”.
“Ninguém nos tenta. Nós somos tentados por nós mesmos.”
“Lágrima não substitui o suor; em mim nunca substituiu. Quando acabo de chorar, estou na mesma situação”.
“Como vamos ter paciência com as grandes coisas se não temos com as pequeninas?.”
E assim segue o Evangelho de Chico Amor Xavier. Parabéns, Chico, pelo seu aniversário!
Obrigado por nos inspirar até hoje, por nos mostrar um caminho, por conviver conosco neste País tão importante no contexto mundial, por escolher as pessoas como fonte de inspiração, por ter tanta compaixão, por amar os visíveis e invisíveis

FAMILIARES QUERIDOS

FAMILIARES QUERIDOS


Em nos reportando a familiares queridos, observa que, da quota de tempo que já despendeste em ansiedade, na existência, talvez que a maior parcela terá sido gasta com preocupações em torno deles.

Pais, filhos, cônjugues, irmãos, tutelados e companheiros!...
Muitos dentre eles andarão em problemas...
Ameaçados. Menos felizes.
Terão sofrido tentações e jazem desorientados, suportando prejuízos, e acham-se atormentados por aflição e desânimo.
À vista de provas atravessadas, provavelmente evidenciem alterações de comportamento e, por vezes, haver-se-ão internado em erros e labirintos, cujos meandros obscuros levarão tempo a superar...

Nesses lances críticos da experiência comum, perguntas habitualmente a ti mesmo :
“Que fazer para auxiliá-los?"

Antes de tudo, convence-te de que não será lamentando ou acusando que te farás útil, nem tampouco largando as próprias obrigações, a fim de seguir-lhes os passos, no desaconselhável tentame de arrebatá-los às lutas edificantes de que necessitam.
No esforço de ajudá-los, lembremos nós mesmos quando situados em certas encruzilhadas do mundo, reconhecendo que raras vezes teremos seguido os avisos nobres com que alguém nos tenha brindado.
Rememore-mos as ocasiões em que teremos arquivado pareceres dignos e silenciado ante as apreensões de almas queridas, sem absolutamente deixar de lado as inclinações e propósitos que nos induziam para determinados tipos de aventura ou de ação inconveniente.

Quando devas tolerar longos períodos de ausência dos seres amados, por haverem escolhido caminhos de que não possas compartilhar, recorda que eles estão procurando a realização de si próprios.
Ao invés de estranheza ou censura, dá-lhes o valioso apoio de tua compreensão e de tua bênção.
Podes, além disso, auxiliá-los, através da oração, permanecendo em paz e amando-os sempre, na certeza de que a Bondade de Deus, que te guia e te envolve, envolve e guia a todos eles também.
---------------------
Emmanuel
Chico Xavier





Vida Passageira

NO CAMPO

NO CAMPO
"O campo é o mundo." - Jesus. (MATEUS, 13:38.)
Jesus tem o seu campo de serviço no mundo inteiro.
Nele, naturalmente, como em todo campo de lavoura, há infinito potencial de
realizações, com faixas de terra excelente e zonas necessitadas de arrimo, corretivo e
proteção.
Por vezes, após florestas dadivosas, surgem charcos gigantescos, requisitando
drenagem e socorro imediato.
Ao lado de montanhas aureoladas de luz, aparecem vales envolvidos em sombra
indefinível.
Troncos retos alteiam-se, junto de árvores retorcidas; galhos mortos entram em
contraste com frondes verdes, repletas de ninhos.
A gleba imensa do Cristo reclama trabalhadores devotados, que não demonstrem
predileções pessoais por zonas de serviço ou gênero de tarefa.
Apresentam-se muitos operários ao Senhor do Trabalho, diariamente, mas os
verdadeiros servidores são raros.
A maioria dos tarefeiros que se candidatam à obra do Mestre não seguem além do
cultivo de certas flores, recuam à frente dos pântanos desprezados, temem os sítios
desertos ou se espantam diante da magnitude do serviço, recolhendo-se a longas e
ruinosas vacilações ou fugindo das regiões infecciosas.
Em algumas ocasiões costumam ser hábeis horticultores ou jardineiros, no
entanto, quase sempre repousam nesses títulos e amedrontam-se perante os terrenos
agressivos e multiformes.
Jesus, todavia, não descansa e prossegue aguardando companheiros para as
realizações infinitas, em favor do Reino Celeste na Terra.
Reflete nesta verdade e enriquece as tuas qualidades de colaboração,
aperfeiçoando-as e intensificando-as nas obras do bem indiscriminado e ininterrupto...
É certo que não se improvisa um cooperador para Jesus, entretanto, não te
esqueças de trabalhar, dia a dia, na direção do glorioso fim
In: Vinha de Luz - Emmanuel / Chico Xavier
537918_330529650342365_100001559988667_997135_1217797851_n.jpg

SEGUE

SEGUE


Enquanto te fixas nos acontecimentos de ontem, perdes os belos amanheceres que hoje começam e se prolongarão indefinidamente.

Quem ama e aspira a felicidade não se detém no passado, utilizando-se das suas lições para crescer no futuro.

A base do edifício permanece ignorada e é o elemento principal da sua segurança.

A raiz escondida no solo sustenta a gigantesca sequóia.

Novas idéias para o porvir, assim como deveres novos, devem constituir estímulo para o prosseguimento da marcha.

Existe em ti um depósito de valores desconhecidos que esperam ocasião para serem postos a serviço.

Elimina hábitos censuráveis.

Corrige comportamentos perniciosos.

Supera sofrimentos injustificáveis.

Caminha com passo firme na direção da meta.

Fracasso aparente é o ensinamento de como não se deve tentar a realização.

Perturbação representa apelo a harmonia.

Põe ordem em tua vida.

Ontem a tempestade danificou a tua seara.

Hoje recupera-se o solo encharcado.

Amanhã estarão cobertos de flores e frutos, o jardim e o pomar.

No momento máximo do desespero, confia no porvir.

O desengano deste momento faculta ensejo para a confiança porvindoura.

Sempre há tempo para refazer e recomeçar.

Não te demores, portanto, fitando o ontem, enquanto desperdiças o prazer superior de hoje com as alegrias que chegarão amanhã.
---------------------------
Joanna de Ângelis
Divaldo P. Franco








quarta-feira, 4 de abril de 2012

PSICOGRAFIA DE UM ESPÍRITO ENCARNADO


PSICOGRAFIA DE UM ESPÍRITO ENCARNADO
ÀS VEZES QUEREMO ILUDIR A NÓS MESMOS QUE O QUE ESPERAMOS DA VIDA SÃO COISAS MUITO DIFICEIS DE SEREM COMPREENDIDAS PELA VISÃO CÉTICA NOSSA E DE NOSSOS COMPANHEIROS DE CAMINHADA.
ESTA HISTÓRIA É UM POUCO DA VERDADE DE MEU SER. MEU INTERIOR NÃO TEM CORAGEM DE SER ELE PRÓPRIO, POIS A VISÃO DO SER HUMANO É MUITO CRÍTICA E MATERIALISTA, ASSIM COMO A MINHA.
SINCERIDADE... A HUMANIDADE BUSCA UMA UNICIDADE DE UMA ESPERADA VERDADE DOS TEMPOS, ONDE O SENTIMENTO MASCARA O VER. O TEMPO BUSCA O CRESCER, BUSCA O VIVER, VIVER NA REALIDADE UMA ANTIGA SAUDADE DA REMOTA VIVÊNCIA, ONDE O HOJE FUTURO RETROGRADA DA IMAGEM NOS FAZ VER RETRATAR NA LEMBRANÇA A MAIOR A RIQUEZA DE NOSSA NATUREZA HUMANA.
A SINCERIDADE É UM TESOURO BUSCADO PELO SER QUE NA TERRA QUER VIVER SEM TEMER A ILUSÃO DO AMANHÃ.
NOSSO EU QUER SER O TODO DE UMA VERDADE, QUER VER NA REALIDADE O VIVER SER A RODA DOS TEMPOS DESENHADA NO TODO DE SEU CAMINHO, PASSADO, HOJE E FUTURO ABERTOS PARA SEMPRE, SEM O MEDO DE SENTIR O MENTIR RENASCER E REVIVER NOVAMENTE A ILUSÃO, COM MEDO DA PERDA DO FUTURO SONHO DE CHEGAR AO TOPO DA SINCERIDADE DO AMOR VERDADEIRO.
A JUVENTUDE ME FEZ.
A MATURIDADE ME TROUXE A REALIDADE. A REALIDADE DE MEU CRESCER FOI NO VIVER O TODO DE MEU MUNDO COMEÇADO PELA BELEZA QUE COM O TEMPO SE FAZ OPACA, POIS O FUTURO NOS ENSINA A VER QUE HOJE SOMOS ÁGUA PARADA, SOMOS LAGO SEM CORRENTEZA, PARAMOS EM UM OÁSIS ONDE O TEMPO NOS FAZ VER QUE O PASSADO PODE NOS TORNAR ESCRAVOS DE UM MUNDO ONDE O HOJE NÃO TEM SENTIDO.
O VAZIO DE NOSSO SER É AGONIA CONSTANTE NA VISÃO LOUCA QUE NOS RODEIA O CAMPO DA LUTA DIÁRIA.
BUSCO A VERDADEIRA VIDA...
BUSCO APRENDER A DAR VALOR A COISAS QUE PARA MUITOS CHAMA-SE LOUCURA...
NÃO SOU CRENTE, NÃO QUERO SER DISCRENTE. BUSCO EM MEU PRESENTE ABRIR O PACOTE DA ESPERANÇA, E SER A UM SER O QUE QUERO PARA MIM.
LUTO CONTRA LEMBRANÇAS DOLORIDAS, LUTO CONTRA O MEDO DA SOLIDÃO, MAS TENHO SEGURO EM MINHAS MÃOS QUE A ARMA VERDADEIRA DO SER NA TERRA É VENCER A CORRIDA DA ILUSÃO TRANSITÓRIA DE QUE O TEMPO CORRE, DE QUE TUDO QUE VEMO É VERDADE...
NOSSA REALIDADE É DISTORCIDA PELA PRESSA DE ACHAR QUE FINDAMOS NOSSO SER EM UM VIVER ONDE APENAS SOMOS AVALIADOS PELO PODER AMBICIOSO DO VER DA CRIATURA CÉTICA.
A CADA INSTANTE DE MEU TEMPO A SAUDADE FAZ NASCER O RAIO-X DA SINCERIDADE EM ANÁLIZE CONSTANTE DE UMA CAMINHADA DIÁRIA.
O INTERIOR DE MEU SER QUER CRESCER, QUER VIVER E VER MEU DIA FLORIR COM UM SORRISO, ONDE O BRILHO VERDADEIRO DA LUZ QUE EM NÓS PRODUZ UM POUCO DA FELICIDADE CONTAGIAR A HUMANIDADE E DENOTAR A VERDADE DE NOSSO SER A TODO E QUALQUER VIVER QUE A NÓS SE FAZER.
HOJE VIVO UMA LUTA CONSTANTE!
VIVO UM INSTANTE ONDE POR VEZES A SOLIDÃO QUER SER MINHA LÁGRIMA DERRADEIRA, MAS SINTO QUE O AMOR É MEU INTERIOR QUANDO PENSO QUE VIVO E VIVO O TODO DE MEU TEMPO RENOVADO POR ERROS DO PASSADO, MAS SEMPRE LEMBRADO PARA QUE EU SAIBA QUE NA TERRA O TEMPO NÃO PARA, APENAS NOS FAZ LEMBRAR QUE NOSSO OLHAR É O ESPELHO DA SINCERIDADE DA VERDADE DE NOSSO PASSADO, REVERSO PROFESSOR DE UM FUTURO SEGURO PELA SINCERIDADE...
AS GOTAS DA TRISTEZA LIMPAM A DOR, E NOS ILUMINAM A PRINCESA DA ESPERANÇA AMANHÃ.
MEU SER HOJE BUSCA O PODER DE VIVER E VIVER BEM.
BEM COMIGO MESMO E COM AS PESSOAS A MEU REDOR.
    FIQUEM COM DEUS, QUE É NOSSO PAI ETERNO.
ETERNO NO AMOR E NA VERDADE DE QUE SOMOS TODOS IRMÃOS NA CARNE E NO ESPÍRITO.
      QUE ASSIM SEJA!
10h48min 10h56min 11h02min 11h08min
18/03/12

Oração a Dr Bezerra de Menezes

PAI NOSSO espírita

ORAÇÃO DOS PRETOS VELHOS

Prece de Cáritas - Na voz da Atriz ANA ROSA

COMO PERDOAR

COMO PERDOAR

Na maioria dos casos, o impositivo do perdão surge entre nós e os companheiros de nossa intimidade, quando o suco adocicado da confiança se nos azeda no coração.

Isso acontece porque, geralmente, as mágoas mais profundas repontam entre os Espíritos vinculados uns aos outros na esteira da convivência.

Quando nossas relações adoeçam, no intercâmbio com determinados amigos que, segundo a nossa opinião pessoal, se transfiguram em nossos opositores, perguntemo-nos com sinceridade:

“como perdoar, se perdoar não se resume à questão de lábios e sim a problema que afeta os mais íntimos mecanismos do sentimento?”

Feito isso, demo-nos pressa em reconhecer que as criaturas em desacerto pertencem a Deus e não a nós;
que também temos erros a corrigir e reajustes em andamento;
que não é justo retê-las em nossos pontos de vista, quando estão, qual nos acontece, sob os desígnios da Divina Sabedoria que mais convém a cada um, nas trilhas do burilamento e do progresso.

Em seguida, recordemos as bênçãos de que semelhantes criaturas nos terão enriquecido no passado e conservemo-las em nosso culto de gratidão, conforme a vida nos preceitua.

Lembremo-nos também de que Deus já lhes terá concedido novas oportunidades de ação e elevação em outros setores de serviço e que será desarrazoado de nossa parte manter processos de queixa contra elas, no tribunal da vida, quando o próprio Deus não lhes sonega Amor e Confiança.

Quando te entregares realmente a Deus, a Deus entregando os teus adversários como autênticos irmãos teus, - tão necessitados do Amparo Divino quanto nós mesmos, penetrarás a verdadeira significação das palavras de Cristo:

“Pai, perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos nossos devedores”, reconciliando-te com a vida e com a tua própria alma.

Então, saberás oscular de novo a face de quem te ofendeu, e quem te ofendeu encontrará Deus contigo e te dirá com a mais pura alegria no coração:

“bendito sejas...”
=============================
Emmanuel
Chico Xavier



O Espírita e a Páscoa

O Espírita e a Páscoa

O ritual da Páscoa mantém viva a memória da libertação, ao longo de todas as gerações. "Cristo é a nossa Páscoa (libertação), pois Ele é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo" - (João, 1:29).

João usou o termo Cordeiro, porque usava-se na época de Moisés, sacrificar um cordeiro para agradar á Deus. Portanto, dá-se a idéia de que, Deus sacrificou Jesus para nos libertar dos pecados. Mas para nos libertarmos dos "pecados", ou seja, dos erros, devemos estar dispostos a contribuir, utilizando os ensinamentos do Cristo como nosso guia.
Porque Jesus não morreu para nos salvar; Jesus viveu para nos mostrar o caminho da salvação.

Esta palavra "salvação", segundo Emmanuel, vale por "reparação", "restauração", "refazimento".

Portanto, "salvação" não é ganhar o reino dos céus; não é o encontro com o paraíso após a morte; salvação é "libertação" de compromisso; é regularização de débitos. E, fora da prática do amor (caridade) de uns pelos outros, não seremos salvos das complicações criados por nós mesmos, através de brigas, violência, exploração, desequilíbrios, frustrações e muitos outros problemas que fazem a nossa infelicidade.

Portanto, aproveitemos mais esta data, para revermos os pedidos do Cristo, para "renovarmos" nossas atitudes. Como disse Celso Martins, no livro "Em busca do homem novo" : "Que surja o homem NOVO a partir do homem VELHO. Que do homem velho, coberto de egoísmo, de orgulho, de vaidade, de preconceito, ou seja, coberto de ignorância e inobservância com relação às leis Morais, possa surgir, para ventura de todos nós, o homem novo, gerado sob o influxo revitalizante das palavras e dos exemplos de Jesus Cristo, o grande esquecido por muitos de nós, que se agitam na presente sociedade tecnológica, na atual civilização dita e havida como cristã.

Que este homem novo seja um soldado da Paz neste mundo em guerras. Um lavrador do Bem neste planeta de indiferença e insensibilidade. Um paladino da Justiça neste orbe de injustiças sociais e de tiranias econômicas, políticas e/ou militares. Um defensor da Verdade num plano onde imperam a mentira e o preconceito tantas e tantas vezes em conluios sinistros com as superstições, as crendices e o fanatismo irracional.

Que este homem novo, anseio de todos nós, seja um operário da Caridade, como entendia Jesus: Benevolência para com todos, perdão das ofensas, indulgência para com as imperfeições alheias."

Por isso, nós Espíritas, podemos dizer que, comemoramos a páscoa todos os dias.
 A busca desta "libertação" e/ou "renovação" é diário, e não somente no dia e mês pré determinado.
 Queremos nos livrar deste homem velho. Que ainda dá maior importância para o coelhinho, o chocolate, o bacalhau, etc., do que renovar-se.
Que acha desrespeito comer carne vermelha no dia em que o Cristo é lembrado na cruz. Sem se dar conta que o desrespeito está em esquecer-se Dele, nos outros 364 dias do ano, quando odiamos, não perdoamos, lesamos o corpo físico com bebidas alcoólicas, cigarro, comidas em excesso, drogas, sexo desregrado, enganamos o próximo, maltratamos o animal, a natureza, quando abortamos, etc. Aliás, fazemos na páscoa o que fazemos no Natal. Duas datas para reflexão, mas que confundimos, infelizmente, com presentes, festas, comidas, etc.

Portanto, quando uma instituição espírita se propõe a distribuir ovos de páscoa aos carentes não significa que esteja comemorando esse dia, apenas está cumprindo o preceito de caridade, distribuindo um pouco de alegria aos necessitados.

Aspectos históricos dos ovos de páscoa

Na antigüidade os egípcios e persas costumavam tingir ovos com cores da primavera e presentear os amigos. Para os povos antigos o ovo simbolizava o nascimento. Por isso, os persas acreditavam que a Terra nascera de um ovo gigante.

Os cristãos primitivos do oriente foram os primeiros a dar ovos coloridos na Páscoa simbolizando a ressurreição, o nascimento para uma nova vida. Nos países da Europa costumava-se escrever mensagens e datas nos ovos e doá-los aos amigos. Em outros, como na Alemanha, o costume era presentear as crianças. Na Armênia decoravam ovos ocos com figuras de Jesus, Nossa Senhora e outras figuras religiosas.

Os ovos não eram comestíveis, como se conhece hoje. Era mais um presente original simbolizando a ressurreição como início de uma vida nova. A própria natureza, nestes países, renascia florida e verdejante após um rigoroso inverno.

Em alguns lugares as crianças montam seus próprios ninhos e acreditam que o coelhinho da Páscoa coloca seus ovinhos. Em outros, as crianças procuram os ovinhos escondidos pela casa, como acontece nos Estados Unidos.

Antigamente, me lembro, há mais de 20 anos, o costume era enfeitar e pintar ovos de galinha, sem gema e clara, e recheá-los com amendoim revestido com açúcar e chocolate. Os ovos de Páscoa, como conhecemos hoje (de chocolate), era produto caro e pouco abundante.

De qualquer forma o ovo em si simboliza a vida imanente, oculta, misteriosa que está por desabrochar.

A Páscoa é a festa magna da cristandade e por ela celebramos a ressurreição de Jesus, sua vitória, sua morte e a desesperança (Rm 6.9). É a festa da nova vida, a vida em Cristo ressuscitado. Por Cristo somos participantes dessa nova vida (Rm 6.5).

O chocolate

Essa história tem seu início com as civilizações dos Maias e Astecas, que consideravam o chocolate como algo sagrado, tal qual o ouro. Os astecas usavam-no como moeda.

Na Europa aparece a partir do século XVI, tornando-se popular rapidamente. Era uma mistura de sementes de cacau torradas e trituradas, depois juntada com água, mel e farinha. O chocolate, na história, foi consumido como bebida. Era considerado como alimento afrodisíaco e dava vigor. Por isso, era reservado, em muitos lugares, aos governantes e soldados. Os bombons e ovos, como conhecemos, surgem no século XX.

ESPANTANDO AS SOMBRAS


ESPANTANDO AS SOMBRAS

Há sombras sentadas na janela do seu ego. Elas assediam sua mente, drenam suas energias e espetam seus sentimentos. Elas habitam em você mesmo, atraindo, por sintonia, as péssimas vibrações e certas entidades extrafísicas que se aproveitam dos detritos psíquicos deixados por elas em seu viver.
Essas sombras são cinco e são muito queridas ao seu ego. Embora você não perceba, elas fazem parte de sua vida íntima mais do que ninguém. Estão tão aderidas à sua psique* que você nem percebe os danos que elas causam em seu ser. Parece até que elas fazem parte de você, mas isso não é verdade. Elas são parasitas de seus melhores potenciais e são elas que detonam seus melhores projetos.
Essas cinco sombras que moram em seu ego são a sua miséria interna, a sua pobreza espiritual. Elas são piores do que as doenças físicas e os problemas de relacionamento humano. Elas são o seu pior carma**, pois estão dentro de sua alma, corroendo seus sonhos e suas habilidades. São assaltantes espirituais, verdadeiras espoliadoras de sua luz interna. Sabotam-no por dentro, sem que você note, pois são exímias mestras em camuflagem emocional. Fazem-no pensar que os outros é que são os causadores de seu desequilíbrio interno.
Essas sombras machucam e confundem o seu emocional, levando o seu discernimento para o buraco.
Quem são essas sombras, afinal?
São seus velhos amigos de sempre (acompanham-no há tantas vidas):
Arrogância.
Egoísmo.
Tristeza.
Ódio.
Falta de espiritualidade.
Há quase dois mil anos, Jesus deu a melhor técnica para combater essas sombras: "ORAI E VIGIAI!"
Parece que, daquela época para cá, nós ainda não aprendemos isso direito - muito embora vários mestres tenham ensinado a mesma coisa com outras palavras. Talvez os homens de hoje não valorizem bem esse ensinamento de Jesus por considerá-lo muito antigo ou muito envolvido em parâmetros religiosos bolorentos.
Baseado nisso, sugiro uma nova abordagem do "ORAI E VIGIAI". É apenas uma tentativa de mostrar essa técnica de outra maneira. Talvez, assim, os homens de hoje entendam melhor a magnitude desse ensinamento de Jesus. Usando o dinamismo dos tempos modernos, vamos direto à questão:

TÉCNICA DE COMBATE ÀS CINCO SOMBRAS DO EGO
(Baseada no "ORAI E VIGIAI")

- MELHORE SEU DISCERNIMENTO:
Estude, medite, trabalhe, esforce-se mais espiritualmente.

- AUMENTE SUA COMPAIXÃO POR TODOS OS SERES:
Elimine os preconceitos, de qualquer espécie; não seja radical em coisa alguma, abra a mente, dissolva as melecas emocionais (medo, ciúme, raivinhas, mal entendidos e coisinhas mal resolvidas), liberte-se das culpas e repressões do passado, irradie amor profundo por todos os seres (terrestres, extraterrestres, encarnados, desencarnados, animais, vegetais, minerais, qualquer um em qualquer lugar), amplie a alegria e espiritualize seus sentimentos.

- TIRE AS CINCO SOMBRAS DE SUA JANELA E COLOQUE NO LUGAR OS TRÊS BONS:
Bom senso.
Bom estudo.
Bom humor.

A vida está difícil, mas com as cinco sombras agarradas em seu ego, tudo fica mais pesado. Avalie o que você está lendo aqui e sinta-se à vontade para sorrir e desintoxicar sua vida.
FIQUE BEM!

P.S.:
O fato de ter escrito esse texto não significa que eu já tenha vencido as minhas cinco sombras. Contudo, estou trabalhando e progredindo. Também estou alegre de ser espiritualista, e isso conta muito em minha consciência.

- Wagner Borges - mestre de nada e discípulo de coisa alguma.

(Texto extraído do livro "Falando de Espiritualidade"


Receita para alcançar a paz de espírito


Receita para alcançar a paz de espírito

Sentiu tristeza?

- Agradeça a tua vida. Se você deseja realmente ser feliz, agradeça a todas as coisas boas que possui neste momento. Se você é saudável, agradeça, pois, agradecendo, coisas boas surgirão cada vez mais. Observe que tendemos a reparar só nas coisas que a gente não têm e esquecemos de agradecer o que temos. Lembre-se: Quanto mais você se queixar, reclamar e até mesmo amaldiçoar o que não tem, mais a sua vida se torna um mar de insatisfação e você acaba se tornando uma pessoa amarga. Portanto, não amaldiçoe a sua vida.

Sentiu irritação?

- Meia hora de silêncio. Deixe a irritação vir. De olhos fechados, preste atenção no seu corpo. Sinta, não analise, não controle. Se tiver vontade de chorar, gritar, faça! Fique com você, com suas sensações físicas, observe, fique apenas observando as suas reações corporais.Deixe que seus sentimentos e reações de seu corpo se manifestem. Preste atenção em seu corpo. Se vier sensação de enjôo, deixe vir e só observe, não queira controlar, solte o seu corpo. Quando você só observa e deixa os seus sentimentos e sensações físicas se manifestarem, normalmente essas sensações desagradáveis se transformam em sensações agradáveis.Se você se entregar a este exercício, não querendo controlar a sua mente e o seu corpo, a sua energia vital irá fluir de forma mais livre.

Critica destrutiva aos outros?

- Dê uma olhada para você. O que mais você cobra dos outros, é o que menos faz consigo mesmo
. As pessoas são o nosso espelho. Elas refletem os defeitos - que a gente não quer perceber - que existem em nós. Você cobra, por exemplo, que o seu marido não lhe dá carinho, atenção. Vai aqui uma pergunta: Será que você está se dando carinho? Você se dá colo? Ou você é seca, muito dura consigo mesma? Se você for realmente honesta com você, vai refletir a esse respeito.
Faça um exame do que você é, de como vem se tratando. Reflita sobre como você se relaciona com os outros. Se você é daquelas pessoas que querem controlar os outros, a vida (porque é insegura), acaba ficando rígida, se desvitalizando e, conseqüentemente, perde o ânimo pela vida. Vida é movimento, dinamismo, mudanças.Como toda pessoa insegura, você odeia surpresa e os imprevistos. E, com isso, passa a não viver a vida. Acaba se tornando uma pessoa formal, não se descontrai, não deixa que a vida a leve. Você quer levar a vida, controlá-la, quer que as coisas aconteçam do seu jeito. Enfim, quer domá-la. Lembre-se: a vida não se curva, não se submete a ninguém. Talvez você não tenha percebido que é você quem tem que se curvar a ela e reverenciá-la.Mas para isso, você precisa exercitar a humildade.


domingo, 1 de abril de 2012

Trabalhando os trabalhadores

 Trabalhando os trabalhadores

Uma das coisas mais complexas no cotidiano de uma Casa Espírita é administrar as diferenças comportamentais entre os trabalhadores. Aqui e ali, por um motivo ou por outro, pipocam os atritos e melindres, muitas vezes encobertos pelo silêncio em nome da “caridade”, mas evidentes nos olhares atravessados, nos recadinhos indiretos e não raras vezes no afastamento inexplicável daquele companheiro que parecia tão entusiasmado... Quando chega a este ponto é que a guerra de persona, ideias e vibrações já atingiu o seu ponto máximo.



Não desanimemos. Onde há gente há problemas. Graças a Deus!... Porque onde há gente há também muito trabalho a ser feito e muita oportunidade de crescimento espiritual em contato com o outro. A grande questão é como trabalhar as tais diferenças de forma que, apesar delas, haja uma convivência realmente fraterna e saudável sem prejuízo do trabalho.



Todos somos diferentes e isso obedece a um propósito Divino. A natureza é assim. Se os iguais se atraem, os diferentes se complementam. Aquilo que para mim é prazeroso e fácil de realizar, já não é para o outro e vice-versa. É preciso apenas saber identificar, respeitar e integrar essas diferenças, abandonando aquele equivocado conceito de uniformidade que robotiza, que exige consenso em nome de uma harmonia questionável e disponibilidade integral em nome da dedicação; que deixa implícita a exigência de todos rezarmos na mesma cartilha e de estarmos aptos e disponíveis todo o tempo a todo o tipo de tarefa na Casa Espírita se quisermos figurar no rol dos “trabalhadores da última hora”, dos “escolhidos”. Pronto. Já temos aí o estereótipo criado e “sacramentado”. Quem não se enquadrar está fora.



Este é o ponto. Os problemas nos Grupos Espíritas acontecem não por causa das diferenças, mas pela nossa inabilidade em trabalhar com elas enquanto trabalhadores e lideranças.



Lembremos que a diversidade das flores e ramagens é que confere a beleza e harmonia que nos encanta num jardim, mas por trás de tudo está o trabalho do paisagista, que traçou canteiros e reuniu espécies, combinando cores, formas e, sobretudo, considerando os níveis de resistência e fragilidade para dispor a localização de cada planta. O mesmo se dá na Instituição Espírita. Companheiros com características diversas de personalidade, amadurecimento e aptidão podem estabelecer uma perfeita harmonia em sua diversidade. Mas o “paisagismo” cabe aos dirigentes.



Quem não conhece no seu grupo, por exemplo, alguém que se encaixe no perfil trabalhador “Faz-tudo”? Isso mesmo. Ele parece ter mil e uma utilidades. Dinâmico, disponível, ágil, este companheiro pode ser extremamente útil na execução de atividades práticas. Mas não o chame para reuniões de planejamento porque ou não vai comparecer ou vai cochilar. Para ele é um martírio ficar parado.


Já tem aquele que é o “viajante de plantão”; é aquele companheiro idealista, que sonha, faz projetos para o futuro e de vez em quando chega com uma ideia fantástica que ele jura que foi uma inspiração do mundo espiritual (e não importa de onde venha se for viável e positiva). Excelente para atuar no planejamento, estruturação e reestruturação das atividades, com ele em cena não há acomodação que resista. Está sempre propondo, ousando, criando, buscando alternativas inovadoras para a solução de velhos problemas de uma forma que “ninguém tinha pensado nisso antes...” Mas na hora de desmontar uma mesa... É parafuso pra todo lado e martelada no dedo.



Ah, e que grupo não tem o “certinho”? Extremamente racional e organizado, tudo ele anota, quantifica, formaliza. Para ele tudo tem que estar “preto no branco”. Quem melhor para atuar na área administrativa? Afinal, registrar, fazer contas, controlar e distribuir recursos na medida certa é com ele mesmo.



Por outro lado temos o “artista”, aquele que não abre mão do lúdico e está sempre a inserir música, teatro e outras manifestações de arte em todas as atividades. Graças ao seu espírito sensível e talentoso as reuniões comemorativas vão estar salpicadas daquela chama de emoção e entusiasmo tão necessária para reabastecer os ânimos e impulsionar pra frente. Ideal para desenvolver trabalhos que envolvam crianças e jovens, este companheiro sacode a mesmice, dá aquele toque de motivação e estimula como ninguém a integração fraterna.



Não poderíamos esquecer ainda do “paizão” ou “mãezona” do grupo. Afetivos, sensíveis, conciliadores, os companheiros com este perfil têm o poder de unir, reunir, apaziguar, conferir um sentido real de família à equipe. Sua habilidade em promover o diálogo e quebrar resistências quando há conflitos é imensa porque falam diretamente ao coração dos demais. Queridos e respeitados pelo amor e equilíbrio que irradiam, esses irmãos são fundamentais para a manutenção da paz na Instituição. São elementos que, entre outros, podem dar uma contribuição importantíssintima nas reuniões de Atendimento Fraterno, pois possuem um elevado grau de afetividade que os dispõe naturalmente a acolher e abraçar os que sofrem.



Temos ainda o introspectivo, o extrovertido, o estudioso, o afoito, o ponderado, o questionador, o acomodado, o “modernoso”, o conservador e por aí vai. E quem de nós se aventuraria a discorrer sobre a maior ou menor importância deste ou daquele trabalhador, conforme os perfis aqui relacionados?



Na verdade todos se completam. Todos são insubstituíveis e indispensáveis em suas peculiaridades porque - enquanto não conseguimos ser perfeitos - este é um excelente exercício de aperfeiçoamento, já que é imprescindível aparar as arestas para nos encaixar nesse desafiador quebra cabeças que é formar uma equipe onde somos chamados a trabalhar para nada mais nada menos do que Jesus.



Quando interiorizamos isto buscamos o entendimento. E quando buscamos o entendimento - olhem só que coisa maravilhosa! – as peças se encaixam.  Enquanto uns sonham outros ponderam, enquanto uns planejam outros concretizam, enquanto uns organizam outros adornam, enquanto uns são música outros são livro, enquanto uns são silêncio outros são sonoridade. E assim vamos nós. Trabalhando com as diferenças e assegurando a continuidade da obra. Enquanto isso estamos crescendo, amadurecendo, aprendendo a fazer concessões, a ser voto vencido, a discordar sem “rosnar” e tantos outros exercícios de reforma íntima.



O grande e real problema é este radicalismo autoritário ainda tão impregnado nas lideranças que inadvertidamente impõem o enquadramento de seres diferentes em um padrão de comportamento rígido e único. Todo mundo tem que pensar igual, tem que ter a mesma disponibilidade, senão é sinal de que não se esforçou o suficiente. Alguém aí tem um “esforçômetro”? Sim, porque para medir o quanto cada companheiro está se esforçando para dar a sua contribuição, mesmo que aparentemente pequena, precisaríamos de um.



O segredo é nos valermos das diferenças para potencializar o trabalho. Ninguém espere mar de rosas. Impossível não haver conflito onde existe diversidade, imperfeição e forças espirituais contrárias prontas para acionar o estopim do orgulho e da vaidade tão presentes ainda em todos nós. Aqui é aquele companheiro veterano que rejeita as novas ideias dos recém-chegados porque só ele é o detentor absoluto da experiência; ali é outro que chega querendo mudar tudo, desconsiderando aqueles que ali já estavam muito antes da sua chegada construindo o que ele encontrou; acolá é aquele que quer colocar o mundo dentro da casa espírita; mais além é aquele outro que quer tirar a casa espírita do mundo... E um sem fim de situações corriqueiras no cotidiano espírita.



Cabe às lideranças estabelecer um processo de observação e pacificação. Há que se administrar os conflitos para que as relações não sejam abaladas, pois o relacionamento interpessoal é a coluna vertebral da Casa Espírita; se ele está abalado, não se caminha ou se caminha para o caos. E não adianta julgar. Não adianta vir com aquele discurso que o fulano é espírita e deveria agir assim ou assado, porque todos nós sentimos na pele a dificuldade de sermos na prática tudo o que, teoricamente, sabemos que precisamos ser. Como já dizia o meu velho e sábio avô, “muitas pessoas entraram para o Espiritismo, mas o Espiritismo ainda não entrou nelas”... E por falar nisso... Será que o Espiritismo, de verdade, já “entrou” em nós de forma tal que nos confira autoridade para avaliar os demais companheiros como bons ou maus espíritas? Há que se ter a humildade de admitir que todos estamos engatinhando em relação à transformação moral que nos fará o verdadeiro espírita que ainda não somos. Só assim trocaremos o dedo em riste por mãos unidas no mesmo esforço.



Um eficaz antídoto contra os atritos é promover a avaliação periódica das atividades do grupo. Mas avaliar não é colocar os companheiros no paredão. Avaliar é reunir todos os trabalhadores sistematicamente, num clima familiar, onde todos são ouvidos de forma democrática e imparcial; é levar a equipe a se debruçar sobre o que está sendo feito, discutir sobre as dificuldades e possibilidades, mantendo, aperfeiçoando ou corrigindo a rota onde for necessário.



Mas é também urgente repensar as decisões de cima pra baixo. Não raro, a diretoria decide e os demais trabalhadores executam, sem que de alguma forma tenham sido ouvidos enquanto elementos fundamentais para a execução das tarefas. Questionar nem pensar, sob pena de serem incluídos imediatamente no tratamento de desobsessão diante da afirmativa paternalista que ”o nosso irmão está precisando muito de preces...” Esta é a pena impiedosa de descredibilização “caridosamente” imputada àqueles que ousam “subverter” a ordem vigente.



E diante disto a gente se pergunta: Quando é que nós espíritas vamos conseguir estabelecer a diferença entre hierarquia e autoritarismo? Quando é que vamos parar de medir o valor dos companheiros pelos cargos que ocupam ou pelos títulos que ostentam? Quando é que vamos parar, enquanto dirigentes, de usar os trabalhadores enquanto mão-de-obra passiva para projetos que não são de todos, mas de alguns? Quando é que vamos parar de tomar questionamentos legítimos como ofensas pessoais e influência de obsessores? Já passou da hora de abandonar tais heranças reacionárias de existências passadas e avançar para a postura simples, respeitosa e justa que minimamente se espera de uma liderança espírita.



A saída é um diálogo constante, fraterno e o mais transparente possível, recorrendo a uma conversa amorosa, não só nas reuniões regulares de avaliação, que é o momento certo de refletir sobre o que não anda bem, mas buscando este diálogo no cotidiano da Instituição - em nível individual ou coletivo - sempre que os problemas surgirem. Omissão por medo de provocar ruptura é um equívoco. Se não criamos coragem de pegar o boi pelos chifres, intervindo junto aos conflitos e divergências quando necessário, estaremos perigosamente contribuindo para que se avolumem. Esconder os problemas não nos liberta deles, pelo contrário, faz com que ganhem força. E de repente lá estão eles, nas conversas de corredor, nos afastamentos repentinos ou nos debates acalorados em momentos impróprios, determinando de forma totalmente negativa a dinâmica das relações e, consequentemente, da Instituição.



Poeira acumulada debaixo do tapete leva a uma alergia tal que aos poucos vai tornando impossível a permanência no ambiente, ou seja, se fecharmos os olhos às dificuldades, quando os abrirmos poderemos tristemente constatar o esvaziamento da Casa, de forma literal ou pior: o desencanto, a ausência da fraternidade legítima, a presença pela “obrigatoriedade” de cumprir o compromisso e não pela alegria de estar junto, que é a base de tudo.



A responsabilidade é grande. Se não quisermos ser “cegos a guiar cegos”, precisamos compreender que conhecimento doutrinário, por si só, não habilita ninguém a estar à frente de Instituições Espíritas. É preciso também muita autocrítica e um mínimo de humildade. Quando convidados a assumir a liderança de nossos grupos, antes devemos nos perguntar se temos perfil para tal, se temos equilíbrio suficiente para atuar como mediadores, aglutinadores, pacificadores, como líderes e não chefes ou donos de coisa alguma, porque senão, ao menor estranhamento, vamos ser os primeiros a pegar a nossa malinha e sair por aí atrás do utópico grupo ideal, deixando para trás companheiros divididos e desnorteados.



As chances de êxito são infinitamente maiores quando nos dispomos a exercitar esse tal amor, que não é algo tão longínquo quanto podemos supor; que começa se expressando simplesmente pela valorização dos pontos positivos dos companheiros, em detrimento dos negativos que possam ter; que se faz presente no exercício da tolerância, não porque somos bonzinhos e amamos todos os companheiros de forma igual - porque isto não acontece nesse estágio em que nos encontramos -, mas porque temos consciência de que todos estamos no mesmo barco em termos de deficiências espirituais e que cada um precisa da tolerância do outro.



Se não buscarmos nutrir pelos companheiros esse amor possível, vamos continuar brincando de espírita bonzinho e, no fundo, só nos aturando, assim como qualquer profissional no seu ambiente de trabalho. Mas se existir afeto, a gente cede aqui, cede ali ou não cede, porque existem coisas que não dá para transigir, mas diz o que tem que dizer de uma forma sincera, porém amorosa, fraterna e, lembrando Jesus, vamos conversando com o nosso irmão em reservado “e se ele vos entender”, diz o Mestre, ”então tereis ganho o vosso irmão”.



Difícil?... Mas quem foi que disse que é fácil evoluir... E que se evolui sem conviver?!? Pensemos nisto.



O que não pode ser medido

ila_rendered



O que não pode ser medido



O melhor bem é como a água.
Flui por lugares que os seres humanos rejeitam.
Dá vida sem nenhum esforço.
Portanto:
Na habitação, permaneça próximo à terra.
Na meditação, vá fundo no coração.
No trato com outros, seja gentil e amável.
Na fala, seja verdadeiro.
Na governança, seja justo.
Nos negócios, seja vigilante.
Nas ações, preste atenção ao tempo.
Deixe seu coração ser como a água.
Ela fluirá por lugares que os seres humanos rejeitam.
Ela trará vida sem nenhum esforço.
Antigos mestres.
Profundos, responsáveis, sutis, misteriosos.
A profundidade de seus conhecimentos é incomensurável.
Porque é incomensurável.
Nós podemos, no entanto, descrever suas aparências.
Atentos, como aqueles que cruzam um rio no inverno.
Alertas como aqueles cientes do perigo.
Corteses, como quando recebendo convidados.
Rendidos, como gelo na iminência de derreter,
simples e, mesmo assim, possuidores de tudo,
como blocos de madeira prontos para serem esculpidos.
E se aprendermos cuidadosamente,
se permanecermos imóveis até o momento da ação
se nos rendermos como o gelo na iminência de derreter,
também nos tornaremos simples, como blocos de madeira prontos para serem esculpidos.
É a profundidade do conhecimento deles que é incomensurável.
Não ter conhecimento para si.
E ter o conhecimento,
a profundidade é sua decisão apenas.
E para todos os outros,
é incomensurável.

A reencarnação e os transtornos psiquiátricos - Forum Espirita

A reencarnação e os transtornos psiquiátricos - Forum Espirita


 estou juntando o vídeo abaixo, dado que impressionou-me muito favoravelmente, em especial pela forma coloquial da exposição - Ao alcance, portanto, aos que, mesmo não sendo espíritas, de absorver facilmente os esclarecimentos.

Exuberantemente pedagógico. Viabiliza assim, os futuros pais ou gestantes, a conhecerem melhor o cuidado que se deva ter ao programar uma gravidez e de como devemos lidar com a gestantes (gravidez programada ou não), e, esta por sua vez, com os seus sentimentos em relação ao futuro irmão de jornada carnal, mesmo antes do nascimento.

Certamente muitos já acessaram ao vídeo, tanto melhor. Mas, muito possivelmente outro tantos  e expressivamente, não. A duração gira em torno de 1h20, não seja esse tempo, desmotivador para acessar a informação de relevante importância.-

Desejo primeiro que você ame,

(de Victor Hugo.)



"Desejo primeiro que você ame,
E que amando, também seja amado.
E que se não for, seja breve em esquecer.
E que esquecendo, não guarde mágoa.
Desejo, pois, que não seja assim,
Mas se for, saiba ser sem desesperar.
Desejo também que tenha amigos,
Que mesmo maus e inconseqüentes,
Sejam corajosos e fiéis,
E que pelo menos num deles
Você possa confiar sem duvidar.
E porque a vida é assim,
Desejo ainda que você tenha inimigos.
Nem muitos, nem poucos,
Mas na medida exata para que, algumas vezes,
Você se interpele a respeito
De suas próprias certezas.
E que entre eles, haja pelo menos um que seja justo,
Para que você não se sinta demasiado seguro.
Desejo depois que você seja útil,
Mas não insubstituível.
E que nos maus momentos,
Quando não restar mais nada,
Essa utilidade seja suficiente para manter você de pé.
Desejo ainda que você seja tolerante,
Não com os que erram pouco, porque isso é fácil,
Mas com os que erram muito e irremediavelmente,
E que fazendo bom uso dessa tolerância,
Você sirva de exemplo aos outros. Desejo que você, sendo jovem,
Não amadureça depressa demais,
E que sendo maduro, não insista em rejuvenescer
E que sendo velho, não se dedique ao desespero.
Porque cada idade tem o seu prazer e a sua dor e
É preciso deixar que eles escorram por entre nós.
Desejo por sinal que você seja triste,
Não o ano todo, mas apenas um dia.
Mas que nesse dia descubra
Que o riso diário é bom,
O riso habitual é insosso e o riso constante é insano.
Desejo que você descubra ,
Com o máximo de urgência,
Acima e a respeito de tudo, que existem oprimidos,
Injustiçados e infelizes, e que estão à sua volta.
Desejo ainda que você afague um gato,
Alimente um cuco e ouça o joão-de-barro
Erguer triunfante o seu canto matinal
Porque, assim, você se sentirá bem por nada.
Desejo também que você plante uma semente,
Por mais minúscula que seja,
E acompanhe o seu crescimento,
Para que você saiba de quantas
Muitas vidas é feita uma árvore.
Desejo, outrossim, que você tenha dinheiro,
Porque é preciso ser prático.
E que pelo menos uma vez por ano
Coloque um pouco dele
Na sua frente e diga "Isso é meu",
Só para que fique bem claro quem é o dono de quem.
Desejo também que nenhum de seus afetos morra,
Por ele e por você,
Mas que se morrer, você possa chorar
Sem se lamentar e sofrer sem se culpar.
Desejo por fim que você sendo homem,
Tenha uma boa mulher,
E que sendo mulher,
Tenha um bom homem
E que se amem hoje, amanhã e nos dias seguintes,
E quando estiverem exaustos e sorridentes,
Ainda haja amor para recomeçar.
E se tudo isso acontecer,
Não tenho mais nada a te desejar ".

É proibido

Levantar-se um dia sem saber o que fazer
Ter medo de suas lembranças.
É proibido não rir dos problemas
Não lutar pelo que se quer,
Abandonar tudo por medo,
Não transformar sonhos em realidade.
É proibido não demonstrar amor
Fazer com que alguém pague por tuas dúvidas e mau-humor.
É proibido deixar os amigos
Não tentar compreender o que viveram juntos
Chamá-los somente quando necessita deles.
É proibido não ser você mesmo diante das pessoas,
Fingir que elas não te importam,
Ser gentil só para que se lembrem de você
Esquecer aqueles que gostam de você.
É proibido não fazer as coisas por si mesmo,
Não crer em Deus e fazer seu destino,
Ter medo da vida e de seus compromissos,
Não viver cada dia como se fosse um último suspiro.
É proibido sentir saudades de alguém sem se alegrar,
Esquecer seus olhos, seu sorriso, só porque seus caminhos se desencontraram,
Esquecer seu passado e pagá-lo com seu presente.
É proibido não tentar compreender as pessoas,
Pensar que as vidas deles valem mais que a sua,
Não saber que cada um tem seu caminho e sua sorte.
É proibido não criar sua história,
Deixar de dar graças a Deus por sua vida,
Não ter um momento para quem necessita de você,
Não compreender que o que a vida te dá, também te tira.
É proibido não buscar a felicidade,
Não viver sua vida com uma atitude positiva,
Não pensar que podemos ser melhores,
Não sentir que sem você este mundo não seria igual.

Mensagem do dia





“A palavra do Cristo habite em vós, ricamente...”
Paulo (Colossenses, 3:16)

Dizes confiar no poder do Cristo, mas, se o dia aparece em cores contrárias à tua expectativa, demonstras deplorável indigência de fé na inconformação.

Afirmas cultivar o amor que o Mestre nos legou, entretanto, se o companheiro exterioriza pontos de vista diferentes dos teus, mostras enorme pobreza de compreensão, confiando­-te ao desagrado e à censura.

Declaras aceitar o Evangelho em sua simplicidade e pureza, contudo, se o Senhor te pede algum sacrifício perfeitamente compatível com as tuas possibilidades, exibes incontestável carência de cooperação, lançando reptos e solicitando reparações.

Asseveras procurar a Vontade do Celeste Benfeitor, no entanto, se os teus caprichos não se encontram satisfeitos, mostras lastimável miséria de paciência e esperança, arrojando teus melhores pensamentos ao lamaçal do desencanto.

Acenderemos, porém, a luz, permanecendo nas trevas?

Daremos testemunho de obediência, exaltando a revolta?

Ensinaremos a serenidade, inclinando-­nos à desesperação?

Proclamaremos a glória do amor, cultivando o ódio?

A palavra do Cristo não nos convida a marchar na fraqueza ou na lamentação, como se fôssemos tutelados da ignorância.

Segundo a conceituação iluminada de Paulo, Boa Nova deve irradiar-­se de nossa vida, habitando a nossa alma, ricamente.
--------------------------------
Emmanuel
Chico Xavier




SEXO

SEXO

O sexo, no templo da vida, é um dos altares em que a divina luz do amor se manifesta.

A ele devemos, no mundo, a bênção do lar, a ternura das mães, os laços da consanguinidade, a coroa dos filhos, o prêmio da reencarnação, o retorno à lide santificante...

Através dele, a esperança ressurge em nossa alma e o trabalho se renova para nosso espírito, na esteira dos séculos, para que o tempo nos reajuste, em nome do Eterno Pai...

Fonte de água pura — não lhe viciemos o manancial.

Campo de renovação — respeitemo-lo.

Escada para o serviço edificante, usada na consagração do equilíbrio, conduzir-nos-á ao monte resplendente da sublimação espiritual — não a convertamos, pois, em corredor descendente para o abismo.

Dos abusos do sacrário em que o Senhor situou o ofício divino da gênese das formas, resultam para a Terra aflitivas paisagens de amargura e desencanto, desarmonia e pavor.

Rendamos culto a Deus, na veneração do jardim em que a nossa existência se refaz.

Se o amor nos pede sacrifício, saibamos renunciar construtivamente, transformando-nos em servidores fiéis do Supremo Bem. Se a obra do aperfeiçoamento moral nos impõe o jejum da alma, esperemos no futuro a felicidade legítima que brilhará, por fim, em nossas mãos.

A Lei segue-nos, passo a passo.

Não nos esqueçamos.

Em qualquer circunstância, recordemos que o sexo é um altar criado pelo Senhor no templo imenso da vida.

Santificá-lo é santificar-se.

Conspurcá-lo será perdermo-nos no espaço e no tempo, descendo a escuros precipícios da morte, dos quais somente nos reergueremos pelos braços espinhosos da dor.

pelo Espírito Emmanuel - Do livro: Mãe, Médium: Francisco Cândido Xavier.

Invidia

Invidia
A mais das vezes, tu supões que pessoas próximas de ti têm invidia de tudo o que fazes e de tudo o que tens.
Não raro, tu não se comprazes em permanecer próximo de determinadas pessoas, e as abomina. Repara os modos delas falarem, de caminharem, de sorrir de vestir e de todas as suas atitudes. Dizes consigo, ou comenta que elas são ensartadas e muito mais.
Discordas de todos que te contesta e não admites que a falha possa ser tua.
Concordamos em alguns casos, que aquela pessoa pode ter sido teu opositor no pretérito. No entanto, o teu dever de cristão e de perdoar teu oponente e orar por todos aqueles que te perseguem.
Não raro, tu amas aqueles indivíduos, mas teu orgulho te impede aproximar-se deles, e não admites o quanto gostaria de estar próximo deles, mas tua fatuidade não permite. Obviamente, dá vazão aos teus pensamentos e atitudes, e complicas ainda mais a aversão que sentes.
Controle teus pensamentos e atitudes e verá que aquele que hoje abominas poderá vir a ser teu maior amigo.
Se es um verdadeiro cristão, procura compreender que a mais das vezes a falha pode ser tua, os defeitos podem ser teus e arrojas no teu próximo a ira, ou não admites a a falsa invidia que tens por eles, e a vontade de se aproximar.
Se estas a caminho com teu adversário, aproveite todo tempo que te restas deixando todo orgulho de lado e ame incondicionalmente tanto quanto Jesus amou.
Disse-lhes Jesus: Nunca lestes nas Escrituras: A pedra que os edificadores rejeitaram, essa foi posta como pedra angular; pelo Senhor foi feito isso, e é maravilhoso aos nossos olhos.
Mateus 21-42 G.W