Assim como a desculpa utilizada para fumar a maconha “vou só experimentar”, o mesmo ocorre com estes 49% dos usuários que entram na rua de mão única para o sombrio mundo das drogas.
O crack – que surgiu avassalador entre a população das ruas – , e a cocaína – que há tempos tornou-se o carro-chefe do tráfico -, produzem efeito contrário da maconha no corpo. Enquanto a maconha dá a sensação de relaxamento, estas duas drogas causam uma hiperatividade no organismo.
Somando-se a precariedade dos meios de produção das drogas (muitas vezes misturadas com vários outros produtos químicos), o consumo habitual de álcool e o baixo preço das doses do crack (R$ 5,00), esses dois entorpecentes já respondem pela maior parte do número de mortes entre os dependentes químicos.
Explicação da Doutrina
Àqueles que, iniciados na “cannabis” (nome científico da maconha), dizem não ter forças para livrar-se dela, fica o toque de O Livro dos espíritos nas questões 909 e 911
“909 – O homem sempre poderia vencer suas más tendências mediantes seus próprios esforços?
Sim, e algumas vezes com pouco esforço; é a vontade que lhe falta. Como são poucos dentre vós os que se esforçam!
912 – Não existem paixões tão vivas e irresistíveis que a vontade seja impotente para dominá-las?”
– Há muitas pessoas que dizem: Eu quero, mas a vontade está apenas nos lábios. Querem, mas estão bem satisfeitas que assim não seja. Quando o homem não acredita poder vencer suas paixões, é que seu Espírito se satisfaz nisso por conseqüência de sua inferioridade. Aquele que procura reprimi-las compreende sua natureza espiritual; vencê-las é, para ele, uma vitória do Espírito sobre a matéria.
Concluindo, vale citar Chico Xavier:
Repórter: “Qual a sua maior decepção?”
Chico: “Não conseguir ainda domar todas as minhas más tendências”
“Dentre os gravames infelizes que desorganizam a economia social e moral da Terra atual, as drogas alucinógenas ocupam lugar de destaque, em considerando a facilidade com que dominam as gerações novas, estrangulando as esperanças humanas em relação ao futuro.” – Joanna de Ângelis.
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