A Caminho da Luz

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Liberdade Para o Jovem

Olá a todos, assunto interessante, o que o mundo tenta nos oferecer como liberdade é, na verdade, a pior escravidão imaginável. Basta vermos os altos índices de jovens que se dizem livres e independentes, entregues ao consumo desenfreado de drogas, bebidas, moças dependentes de inibidores de apetites, rapazes entregues ao uso de anabolizantes, promiscuidade e doenças por conta do sexo “livre”.

 Em 2 Pedro 2: 17-19 temos a definição do que vem a ser essa falsa liberdade “Estas são fontes sem água, névoas impelidas pela tempestade, para os quais está reservada a escuridão das trevas eternamente. Pois preferem palavras arrogantes de vaidade, e nas concupiscências da carne engodam com dissoluções aqueles que estavam prestes a fugir dos que andam no erro. Prometendo-lhes liberdade, sendo eles escravos da corrupção; porque de quem um homem é vencido, do mesmo é feito escravo.”



O desejo de liberdade é inato no ser humano e são poucos os que não lutam por assegurá-lo.
O jovem também tem direito à liberdade, mas esta deve ser proporcional ao seu grau de maturidade. Liberdade total pode ser muito prejudicial ao jovem imaturo, que, frequentamente, a usa mal, prejudicando ao semelhante e a si próprio.
Os pais sensatos sabem dosar a liberdade dos filhos.
O bom senso nos recomenda conceder a liberdade à prole de forma progressiva e de acordo com o seu amadurecimento.
À medida que vão conquistando liberdade almejada, os jovens devem assumir a responsabilidade correspondente. Quanto mais amadurecidos, maior liberdade podem conquistar, entretanto a sua responsabilidade cresce na mesma proporção.
Para conceder a liberdade aos filhos, os pais precisam conhecê-los bem. Muitos pais limitam com excesso de rigor a autonomia de seus rebentos por não os julgar capazes de usá-la de forma comedida. Não raro queixas desse teor são procedentes, porquanto há pais que não conhecem suficientemente os próprios filhos, não percebendo que já dispõem de razoável capacidade de discernimento, que os torna merecedores de liberdade. Há moços que são mais amadurecidos que muitos adultos. São espirítos que já trazem experiências vastas das outras encarnações. Também há adultos que permanecem imaturos e, durante toda vida, cometem erros próprios da adolescência.
Se muitos pais restrigem a liberdade dos filhos, muitos jovens superestimam a sua capacidade e julgam-se mais amadurecidos do que realmente são. Acham que têm toda competência para resolver qualquer problema. Por assim pensar, reclamam mais liberdade do que podem receber e revoltam-se com os genitores, quando estes limitam a independência pretendida.
Defendemos, portanto, a concessão de liberdade aos jovens, mas de acordo com o seu amadurecimento e desde que tenham condições de assumir a responsabilidade pelos próprios atos.

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